Vida Nômade

COMO É A VIDA DE UM NÔMADE DIGITAL?

6 de fevereiro de 2014

Neste mês de fevereiro o Projeto FÊliz com a Vida completa 6 meses. Ao mesmo tempo em que parece que foi ontem que eu embarquei nessa aventura com uma lista de livros sobre a felicidade, planos e sonhos a serem realizados, também parece que faz 6 anos que eu deixei a vida que eu tinha antes para trás.

Não só pela intensidade que se vive quando tudo é novo e desconhecido, mas também pelas mudanças constantes que acontecem quando você adota um estilo de vida como este.

Quem acompanha o projeto, sabe que as minhas reflexões sobre a felicidade são muito realistas e sempre tentam mostrar que não existe milagre. Ser feliz exige esforço e não é algo que acontece magicamente. Por isso, hoje vou falar um pouco sobre o assunto que eu mais tenho recebido perguntas nesses 6 meses de estrada: minha vida como nômade digital.

O que são nômades digitais?

São pessoas que se aproveitam da tecnologia e da internet para realizarem seu trabalho independentemente do lugar onde estejam. Eles não tem moradia fixa e obviamente trabalham em negócios  que possam ser geridos online. Essa comunidade é bem grande, mas hoje ainda concentra muitos americanos, europeus, alguns australianos e infelizmente, pouquíssimos brasileiros ou mesmo sul-americanos.

A primeira em vez que eu ouvi essa expressão foi há quase 2 anos, quando conheci o Mark Manson, meu atual namorado. Ele vive como nômade digital há 5 anos e conhecê-lo fez a minha cabeça quase explodir. Não conseguia parar de perguntar: Como assim você mora onde quiser? Como assim você ganha dinheiro trabalhando online? Como assim você tem vários amigos que fazem isso? Como assim? Como assim?

Me afoguei em um mar de curiosidade ao mesmo tempo em que meu mundo desabou. Tudo o que eu sempre pensei sobre carreira, sobre ter de trabalhar como louca por 335 dias para me contentar com 30 dias de férias, sobre trabalhar 30 anos e se aposentar, sobre comprar um apartamento e pagar por 10 anos… Tudo isso podia ser diferente? E o que eu percebi foi que sim, não era fácil mas, podia ser diferente.

Quem pode ser um nômade digital?

Um dos grandes precursores desse estilo de vida foi o americano Tim Ferris, que ficou milionário por causa do best seller “The 4-Hour Workweek”. Neste livro ele apresenta uma fórmula bem simples, mas não muito realista de que todo mundo é capaz de ter um negócio online e ser feliz trabalhando 4 horas por semana sem ter de esperar a aposentadoria para aproveitar a vida.

Este discurso ganhou tamanha força que existem milhares de sites e negócios online no mercado americano que ganham dinheiro vendendo essa ideia e motivando pessoas a pedirem demissão e a construírem o trabalho dos seus sonhos, se possível, viajando. O problema é que muitos deles trazem somente o discurso sobre a geração wireless e o de que você deve seguir a sua paixão, mas no fundo, não ensinam absolutamente nada de útil.

Seguindo essa linha de raciocínio, teoricamente, todo mundo pode ser um nômade digital, certo? Afinal, é muito simples entrar no WordPress e começar um blog de graça, montar uma loja online vendendo produtos da China ou até criar um brechó online. Também existem profissões em que é possível trabalhar como freelancer que é o caso de designers gráficos, programadores, escritores, fotógrafos, jornalistas, blogueiros, consultores e coachings, por exemplo.

A grande verdade é que, como em todas as profissões existentes no planeta, alguns vão dar certo e vão ser bem sucedidos,  e outros (quase sempre a grande maioria) não.

Não porque eles sejam menos competentes do que outros, mas porque é preciso ser realista e entender que essa não é uma escolha de vida fácil e também exige tanto quanto ou até mais trabalho e sacrifício do que o emprego que você provavelmente tem hoje em dia.

Nômades digitais não são mochileiros e nem estão em um período sabático.

Isso não significa que uma coisa exclua a outra, mas não é porque você é um nômade digital, que vai viver perambulando por hostels fazendo check-list de pontos turísticos e também não significa que em algum momento você vai “se encontrar” e voltar para casa.

Ser nômade digital é uma decisão de vida. Eles conscientemente não têm uma casa para voltar. Eles escolheram não ter raízes em seus países ou em qualquer outro país onde eles venham morar eventualmente. Eles não estão fugindo de nada e nem estão em busca de nada. Eles simplesmente aproveitam o percurso e as novas paisagens enquanto vivem a vida e trabalham “normalmente”.

É claro que mudanças acontecem no percurso. As pessoas casam, têm filhos, expandem seus negócios ou mudam seus gostos pessoais. Mas aqueles que decidem viver esse estilo de vida geralmente acabam conciliando tudo isso com a vida na estrada.

Quando olhamos de fora, parece a vida dos sonhos de qualquer um. Viajar pelo mundo sem precisar estar de férias, trabalhar de onde quiser e ainda ganhar dinheiro! Mas, ser um nômade digital tem seus altos e baixos e, depois de viver dessa forma por 6 meses, eis o que posso dizer:

Sim, é tão legal quanto parece porque…

… temos a oportunidade de conhecer mais profundamente vários lugares.

Meus primeiros 6 meses foram divididos entre Tailândia, Vietnã, Camboja, Filipinas, Indonésia, Singapura, Malásia e Hong Kong. Alguns por meses, outros apenas por poucos dias, afinal, a ideia era ser nômade. Não digo que seria impossível visitar todos esses lugares em 30 dias de férias, mas a forma com que você interage é totalmente diferente.

… conhecemos pessoas e culturas incríveis o tempo todo.

Eu sou radicalmente contra o ditado popular “os opostos se atraem”, pois acho que o que acontece é exatamente o contrário.

Você atrai quem você é, por isso, é inevitável que você acabe se relacionando com outros nômades digitais na estrada. Isso faz com que você tenha contato com pessoas que estão fazendo coisas impressionantes, que ajudam negócios a crescerem e que estão levando o conceito de empreendedorismo para outro nível.

Muito diferente do que ler sobre essas pessoas, é se inspirar convivendo com histórias de vida, além de estar em contato diário com a verdadeira cultura de cada lugar, já que você passa mais tempo do que um curto período de férias em que só é possível conhecer os pontos turísticos.

… temos flexibilidade de horários.

Uma das coisas mais importantes para mim atualmente é ser dona do meu tempo. Eu decido se vou trabalhar de madrugada, se vou acordar cedo, dormir a tarde, ir à academia no meio do dia ou se vou fazer o que tenho de fazer de um aeroporto indo de um lugar para o outro.

Viver no esquema de trabalho das 9h as 18h era uma das coisas que mais me massacrava quando eu trabalhava em agência. Principalmente pelo fato de você entrar as 9h, mas raramente sair as 18h o que faz com que seu dia simplesmente evapore sem que você perceba.

Isso quer dizer que hoje eu trabalhe menos? De jeito nenhum! Há dias em que eu chego a trabalhar de 10 a 12 horas. A diferença é que eu posso escolher como vou distribuir essas horas durante o meu dia.

… o custo de vida é relativamente mais baixo.

Esse é um item que confunde as pessoas em relação à quantidade de dinheiro que é preciso ter (ou ganhar) para viver a vida viajando. Se eu fizer uma comparação entre a vida que eu tinha em São Paulo antes de eu me mudar e a minha vida no Sudeste Asiático, o meu custo de vida diminuiu em 60%.

Num primeiro momento é impressionante pensar que hoje eu vivo com 40% do dinheiro que eu vivia em São Paulo, não é? Mas é preciso avaliar outras coisas também.

Quando você não está vivendo na sua cidade, você abre mão de coisas que não abriria se estivesse vivendo a sua vida normalmente. Você sabe que só vai ficar naquela cidade por no máximo 3 meses, então, se o apartamento com a melhor localização e melhor preço não for necessariamente o mais bacana não tem problema, afinal, você vai morar lá por pouco tempo mesmo.

Quando você está começando um negócio ou trabalhando em um projeto como o meu e não tem muita estabilidade financeira é uma excelente opção, mas o mesmo não é verdade caso você decida viver em um país de primeiro mundo, por exemplo. Até porque, infra-estrutura custa caro em qualquer lugar.

Mas, nem tudo são flores porque…

… estamos trabalhando em lugares onde quase todo mundo está de férias.

Nômades digitais não são turistas. Eu morei no Vietnã por 3 meses e não fiz nenhum dos vários roteiros turísticos do país. Foi um período em que eu estava totalmente focada em trabalhar na pesquisa e em outras coisas. Por outro lado, tive a oportunidade de fazer uma imersão na cultura e também de fazer amigos que fizeram com que a cidade de Ho Chi Minh tivesse um significado totalmente diferente do que teria se eu a tivesse visitado de férias.

Também houveram dias em que eu estava em uma das praias mais lindas do mundo na Tailândia e tudo o que eu queria era passar o dia todo esticada em uma canga tomando Sol, mas estava preocupada com o trabalho que precisava entregar.

… temos de lidar com o stress que é precisar estar conectado o tempo todo.

Quando você trabalha online acaba sendo 100% dependente de internet. Nós, brasileiros, sabemos bem que quando não há infra-estrutura a internet ou 3G não são confiáveis. Isso acontece muitas vezes dependendo do lugar onde você está viajando. Passei por situações em que eu precisei ir a 5 lugares diferentes até que encontrasse um café com uma conexão decente. Ou passar 2 dias inteiros com dor de barriga porque não conseguia entrar na internet.

… não pertencemos a lugar nenhum.

Ter um lar faz falta. Por lar entenda qualquer lugar onde você se sinta confortável e seguro que não necessariamente é o lugar que você deixou antes de partir.

Embora você mantenha contato com a sua família, amigos e também faça novos amigos na estrada, faz falta ter uma comunidade próxima com quem você possa se relacionar mais profunda e intimamente, trocar ideias ou simplesmente encontrar para sair no fim de semana.

Sem contar que, para quem é solteiro, acaba sendo muito, muito difícil ter um relacionamento estável vivendo esse estilo de vida.

… nós somos sem fronteiras, mas o mundo não é.

Vistos são um problema constante na vida dos nômades digitais. A não ser que você tenha um passaporte europeu que é a melhor coisa que pode acontecer a um ser humano nascido no Brasil, você vai ter de lidar com o fato de que os vistos variam entre alguns dias, 1, 3 e, raramente, 6 meses.

Por mais que você se apaixone por um lugar e decida ficar, muitas vezes isso não depende da sua vontade. Como investir em vistos mais longos ou residência é geralmente caro e trabalhoso, isso faz com que sejamos quase obrigados a nos mudar constantemente.

A forma com que cada um lida com isso está totalmente relacionada ao quanto cada um quer viver de um jeito diferente. Tem gente que não suporta instabilidade e mudanças constantes e isso é ótimo, pois precisamos dessas pessoas para que haja equilíbrio no mundo.

E, mesmo para quem sonha em viver desse jeito, saiba que não é fácil. O segredo é fazer um balanço e avaliar se os pontos positivos te fazem mais felizes do que os negativos e aí sim, vale muito a pena!

É claro que essas são percepções baseadas na minha experiência pessoal, sendo brasileira e tendo vivido apenas 6 meses no Sudeste Asiático conhecido por ser um destino relativamente barato e atraente principalmente entre os iniciantes.

Não faço a menor ideia se eu vou viver essa vida para sempre, mas nos próximos 6 meses a aventura continua, desta vez, nas Américas 😉

No próximo post eu vou listar algumas pessoas que eu conheci pessoalmente (ou não) e que tem histórias inspiradoras vivendo como nômades digitais ou simplesmente vivendo uma vida livre dos padrões que estamos acostumados.

Por isso, convido você a entrar nessa conversa com suas perguntas nos comentários, assim a minha lista também vai atender ao que vocês mais gostariam de saber.

Imagem: Freepik

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50 Comments

  • Reply Luiza (Luly) Bocca 6 de fevereiro de 2014 at 12:34

    Fe, eu adorei o texto, eu acho que os países latinos americanos tem muita cultura para ser mostrada e se for parar pra pensar ¨férias¨ com um preço mais acessível não? Então deixa eu te falar, eu não passei na primeira chamada da Fuvest mas fiquei em vigésimo oitavo na lista de espera, e já me falaram que a lista de Geografia roda bastante!! Amanhã sai a segunda chamada espero que tenha rolado! 😀
    Te conto depois!
    Bjs

    • Reply Fê Neute 6 de fevereiro de 2014 at 12:39

      Oi Lu!
      Estou na torcida aqui para que você seja chamada!
      Você tem razão sobre os países latino-americanos sim. Nem todos são baratos como os do Sudeste Asiático, mas é possível fazer viagens incríveis pelas Américas com bem menos dinheiro do que para outros países da Europa, ou mesmo alguns lugares no Brasil, por exemplo.
      Beijos 😉

  • Reply Milena 6 de fevereiro de 2014 at 13:35

    Olá Fê,
    Eu acompanho o blog a algum tempo e fiquei encantada em ver alguém que tenha o desprendimento necessário para se tornar um nômade digital. Me surgiu uma curiosidade em saber se o seu namorado está te acompanhando no projeto. Se não, como lidam com a distância?

    • Reply Fê Neute 6 de fevereiro de 2014 at 14:19

      Oi Milena,
      Meu namorado me acompanha sim. Estamos juntos há 2 anos e só nos separamos por 6 meses quando ele teve de trabalhar em um projeto e eu ainda estava trabalhando na agência. Acabamos dando um jeito e hoje podemos fazer isso juntos 🙂

  • Reply Be happy now 6 de fevereiro de 2014 at 13:38

    Oi Fernanda! Adorei o seu texto! Como conheço seu blog há pouco tempo, tenho duas perguntas: 1) você disse que está trabalhando, mas com o que exatamente? Pode falar? 2) Seu namorado viaja com você?
    Beijos e boa jornada!
    Amanda

    • Reply Fê Neute 6 de fevereiro de 2014 at 14:24

      Oi Amanda!
      Eu sou publicitária de formação e sempre adorei mídias sociais, internet e escrever. Hoje eu escrevo como freelancer para alguns sites que me pagam por post, faço consultoria para empresas pequenas que precisam melhorar seu desempenho nas redes sociais e sou editora de um outro blog que eu já escrevia antes de começar o meu projeto FÊliz com a Vida que é o Supremas: http://www.supremas.com.br
      Não vou mentir e dizer que eu ganho muito dinheiro fazendo essas coisas. Eu era diretora de contas em uma grande agência em SP e a minha renda atual é cerca de 25% do que eu costumava ganhar. Mas é uma escolha de vida, que por enquanto, está valendo a pena.
      Sobre o meu namorado, sim ele viaja comigo!
      Beijos e espero te ver sempre por aqui! Consegui ver seu blog (finalmente) e adorei!

  • Reply Alice 6 de fevereiro de 2014 at 14:19

    Oi fê, achei ótimo o post. Esse é um tema que tenho pesquisado ultimamente 🙂
    Queria entender qual mais sobre o seu trabalho como nômade digital… Você tem conseguido se sustentar com o blog?
    Obrigada!

    • Reply Fê Neute 6 de fevereiro de 2014 at 14:49

      Oi Alice!
      Hoje o blog não me traz nenhum tipo de renda porque eu optei (por enquanto) por não colocar mídia e isso é o que faz as pessoas ganharem dinheiro com blogs no Brasil. Eu tenho algumas ideias de projetos, por isso estou segurando um pouco isso.
      O que eu tenho feito são trabalhos como freelancer. Escrevo para alguns blogs e faço conteúdo para mídias sociais para empresas, por exemplo. Obviamente, eu não ganho o que costumava ganhar com o meu antigo trabalho, mas foi uma decisão que eu fiz para a minha vida nesse momento e hoje estou feliz. Talvez daqui a 6 meses eu sinta que esta não é a vida que eu quero no longo prazo e a maravilha é que sempre podemos voltar atrás 🙂

  • Reply Lele 6 de fevereiro de 2014 at 15:53

    Muito legal, eu não tinha entendido o teu trabalho ainda, mas agora entendi! Acho que o legal disso tudo é que se vc resolver voltar, sabe do teu potencial e do que conseguiu antes. Boa sorte e sucesso pra você!

  • Reply Maria Claudia Vaz 6 de fevereiro de 2014 at 15:58

    Fê, você comentou sobre ter família vivendo como nômade digital. Isso inclui filhos? Conheceu alguém que adotou esse plano de vida e leva na boa com crianças em idade escolar?

    Beijos.

    • Reply Fê Neute 6 de fevereiro de 2014 at 16:08

      Oi Clau! Existem algumas pessoas que vivem dessa forma com filhos sim. Eu não conheci ninguém pessoalmente, mas no post de amanhã eu vou incluir a história de uma pessoa com filhos para que vocês mães se inspirem 🙂

      • Reply Maria Claudia 6 de fevereiro de 2014 at 16:14

        Fê, já estou ansiosa! Beijos e obrigada!!

  • Reply Isa Souza 6 de fevereiro de 2014 at 17:05

    eu amo esse blog, muito inspirador
    agora entendi melhor seu trabalho e como você se sustenta.
    Mas eu me pergunto, alguém que quer trabalhar assim tem que começar por onde?? o que fazer? pra onde ir?
    Isso é algo muito novo pra mim, gostaria de saber mais, e acho muito bom você falar sobre isso no blog
    <3

    • Reply Fê Neute 6 de fevereiro de 2014 at 17:18

      Oi Isa, obrigada!
      O mais importante é ter em mente que as coisas não acontecem de um dia para o outro.
      Eu não acordei um dia de manhã e me tornei escritora. Era algo que sempre esteve de alguma forma dentro de mim e que eu comecei a praticar com mais dedicação quando senti que em algum momento da vida eu teria a necessidade de ter um plano B.
      Se você quer ser um nômade digital, ou trabalhar enquanto viaja, acho que a primeira coisa é parar para avaliar suas habilidades e como isso se encaixa nesse estilo de vida. É por isso que eu sou radicalmente contra o discurso “siga sua paixão” e “todo mundo pode trabalhar online”. Eu não acho que seja impossível, mas também não concordo com a teoria de que tudo o que você precisa é ter um computador e estar conectado à internet que é o que muitos sites pregam.
      Amanhã eu vou postar a segunda parte com exemplos de pessoas que vivem dessa forma e estão felizes com a decisão que tomaram 😉

  • Reply Rebeca 6 de fevereiro de 2014 at 17:36

    Nossa, Fê, minha mente acabou de explodir. Nem terminei de ler o texto ainda, mas tive que parar pra comentar que fiquei passada que seu namorado é o Mark Manson! hahah Isso porque descobri seu site há pouco tempo, mas já lia o do Mark antes e uma das primeiras coisas que pensei quando te conheci foi que você tinha uma visão parecida com a dele, bem prática e realista, sem inventar fórmulas mágicas de sucesso e felicidade. E foi isso que me conquistou no seu trabalho. Que legal essa coincidência. 😀

    Beijos

    • Reply Fê Neute 6 de fevereiro de 2014 at 17:55

      Oi Rebeca! Que incrível que você já lia o Mark!
      Como eu disse no texto, você atrai quem você é e eu e ele estamos juntos por causa disso.
      Compartilhamos pensamentos, objetivos e ideias muito semelhantes no que diz respeito a felicidade e isso ficou claro desde o nosso primeiro encontro <3

      Adorei e espero que você continue nos lendo 😀
      Beijos!

  • Reply nara odo 6 de fevereiro de 2014 at 19:56

    Adorei esse post e estou ansiosa pelo próximo! Sonho em ter uma vida desprendida dessa de 8 horas no trabalho. Me sinto tão presa…Parabéns pela coragem e te desejo muito sucesso para que você possa continuar vivendo do jeito que quer (:

  • Reply Maria Thereza 7 de fevereiro de 2014 at 11:49

    Oi Fê, tudo bem? Adoro seu blog e venho acompanhando sua pesquisa sobre a felicidade desde o início, mas só agora resolvi comentar porque esse assunto específico é algo que me interessa diretamente.

    Sou tradutora e nos últimos anos tenho alternado entre ter um emprego estável em uma agência ou ser freela, um estilo de vida que me possibilitaria ser também uma nômade digital (não sabia existia um nome para esse estilo de vida). Mas confesso que essa escolha ainda é difícil porque ambas as opções me apresentam vantagens e desvantagens.

    Escrevi sobre esse dilema no meu blog, pendendo para o outro lado, a escolha do emprego fixo. Dá uma olhada: http://travelmonster.mtma.com.br/2014/01/04/uma-aventura-por-ano/

    Mas independente de qual seja o caminho escolhido, acredito que a maior felicidade está no privilégio de poder escolher 🙂

    Beijos e parabéns pela coragem, pela iniciativa e pelo belo trabalho 🙂

    • Reply Fê Neute 8 de fevereiro de 2014 at 16:30

      Oi Maria Thereza!

      Eu ADOREI o seu post e ele me inspirou a escrever o meu próximo! Acho que a melhor parte da sua reflexão é que cada um precisa estar confortável com o estilo de vida que escolheu. No seu caso, você também sempre tem a chance de mudar e isso também deve te deixar um pouco mais avaliada.
      Gostei muito do seu blog. Parabéns 🙂

  • Reply lanah 7 de fevereiro de 2014 at 23:01

    Oi Fê , achei seu blog por acaso pois também pesquiso sobre a felicidade e me deparei com um de seus textos.Eu vou contra a maré simplesmente não aceito essa teoria de que a felicidade não existe e sim momentos felizes.Outro dia assistindo o programa da Fátima Bernardes (sobre felicidade, pois é o tema da atual novela das 7:00) foi uma unanimidade entre os” especialistas” que Ela não passa de pequenos momentos e que é impossível alguém ser feliz totalmente,isso me gerou uma revolta tão grande, pois sempre leio e vejo isso a anos, que comecei a fazer um tímido blog para eu reunir idéias contrarias a essa.Me senti na obrigação de te indicar um filme que se chama A corporação ( está no youtube) achei a sua cara,ele fala de como as grandes industrias e corporações (grandes mesmos Disney,Mc Donalds, etc…) manipulam as nossas mentes para que o objetivo das nossas vidas seja trabalhar para consumir os produtos deles e para que sintamos um fracasso beirando quase ao suicídio se não conseguirmos comprar.. é a coroação para o seu projeto no sentido de que você vai sentir que está certa e muitos pensam igual a vc…bj meu blog iniciante http://lafelicitah.blogspot.com.br/

  • Reply lanah 8 de fevereiro de 2014 at 00:28

    Oi Fê, adorei seu blog,venho indicar um filme que cai como uma luva em tudo que vc acredita… é A corporação está no youtube e fala de como as grandes industrias e corporações( grandes mesmo como Disney, Mc Donalds , etc…) fazem uma verdadeira lavagem nas nossas mentes para que vivamos para trabalhar e consumir seus produtos enquanto que em contrapartida ,trabalham mais ainda para que nos sintamos fracassados se não podemos consumir…Esse vídeo só vem coroar a sua pesquisa e mostrar que tem muita gente bacana que pensa igual a vc.. estou iniciando um blog sobre felicidade pois me recuso acreditar como muitos especialistas que “Ela” não existe e sim apenas momentos felizes .bj meu blog http://lafelicitah.blogspot.com.br/

  • Reply Daniella 13 de fevereiro de 2014 at 19:24

    Oi Fê! Tenho acompanhado sua jornada aqui há pouco tempo, mas a inspiração que seus relatos trouxeram é imensa. Tudo aqui é assunto novo na minha cabeça e eu ainda tô digerindo tudo e tentando entender se o que tem dentro de mim é o mesmo que move você e tantos outros “livres”. Eu escrevo também num projeto muito louco que criei para ligar músicas a momentos (trilha sonora da vida, saca?), mas é por hobby mesmo até agora. Esse post é muito interessante para clarear um pouco sobre o trabalhar “world-office”, mas ainda tenho 574 dúvidas que vão pedir muita pesquisa ainda. Obrigada por dividir com a gente tão honestamente o que você está vivendo, respeito ainda mais você e seu blog 🙂

  • Reply Erick 14 de fevereiro de 2014 at 02:33

    Olá Fê, tudo bom?

    Entrei no seu blog por acaso, o assunto nômade digital me interessa bastante e realmente são poucos brasileiros que vivem dessa maneira atualmente. Hoje trabalho remotamente e no carnaval estarei viajando para o Equador com o planejamento de descer até o Uruguai viajando e trabalhando. Como vi que você tem planos para América e tenho planos para ir no Sudeste Asiático futuramente, irei acompanhar teu blog para pegar algumas dicas 😉

    Parabéns pelo blog!

    • Reply Fê Neute 14 de fevereiro de 2014 at 02:37

      Muito bom Erick!
      Eu estarei na Colombia a partir de abril e Medellin vai ser minha “cidade base”.
      Fique à vontade para perguntar o que quiser saber sobre o SE Asiático 🙂
      Vamos trocar umas ideias. Tenho interesse em saber sobre outros brasileiros e de repente ao final da experiência podemos contar a sua história por aqui!
      Boa viagem!

  • Reply Juliana 14 de fevereiro de 2014 at 13:43

    O nõmade digital talvez seja o mais intenso exemplo da flexibilidade possível na vida de muita gente. Mas, mesmo quem não vai viver viajando (até pensando nos 5 motivos que você cita num post posterior), tem a possibilidade de trazer um pouco mais de flexibilidade. É até engraçado, mas ainda assim é um estilo de vida muitas vezes não compreendido. Eu viajei, voltei e hoje optei por uma vida mais flexível. Não sou uma nômade digital, porque minha escolha agora é ficar no Brasil, mas ainda assim viajar e conhecer novos lugares e culturas. Potencialmente mais do Brasil mesmo, porque tem muitos países aqui dentro… Mais uma vez gostaria de compartilhar um texto do ano passado que tem tudo a ver com esse tema. Mas espero ouvir sua opinião também. Afinal, conversas enriquecem bem mais qualquer visão, não é mesmo? http://aquioualgumlugar.com/2013/08/26/trabalhando-e-passeando-onde-quer-que-voce-esteja/

    • Reply Fê Neute 14 de fevereiro de 2014 at 14:40

      Eu acho que as empresas no Brasil, e mesmo em outros lugares do mundo, ainda não estão preparadas para essa flexibilidade. Falando do Brasil especificamente, ainda temos um problema que uma parcela da nossa mão de obra não é “confiável”. De pedreiros a programadores de TI, as pessoas fecham acordos e não cumprem e isso faz com que os gestores queiram ter a equipe sempre debaixo do nariz.

      Muito frila, aceita pegar um trabalho e depois da primeira semana desaparece (já trabalhei com muitos na indústria publicitária). De qualquer forma, para algumas carreiras é possível fazer essa escolha, mas não para todas. E é por isso que eu gostei tanto do texto da Barbara Castro que eu citei no post “5 motivos…”

      Para que exista essa flexibilidade, primeiro temos de começar a fazer o nosso trabalho bem feito para que essa confiança seja construída e se consiga cada vez mais trabalhar remotamente. Eu defendo esse modelo não só pelo fator liberdade, mas como opção para a melhora do transito, pelo aumento da produtividade uma vez que você distribui melhor o seu tempo e pelo fato de que quando temos mais controle sobre a nossa vida, trabalhamos mais felizes 🙂

  • Reply Alessandra 18 de fevereiro de 2014 at 18:09

    Fê,
    Encontrei seu blog sem querer na minha timeline do facebook, uma amiga havia compartilhado um post do seu blog, me interessei e resolvi ler. Adorei. Gosto da sua objetividade e realidade com que lida com as coisas da vida… Enfim, nesse seu post vc pede para que comentemos sobre o que gostaríamos de ler aqui… Eu estou com uma ideia fixa de sair dessa vida de horários, de cumprir metas, entregar relatórios, comprar/consumir coisas para suprir outras necessidades que ‘acreditamos’ não conseguir realizar…. etc etc… E minha vontade, assim como a de meu companheiro, é a de mudarmos para Ubatuba e ganhar dinheiro vendendo salada de frutas na praia. Sei que pode parecer absurdo, mas é basicamente isso.
    Hoje sou mestranda em Ciências Sociais pela Unifesp, sou formada em História pela Unicamp e essa vida de pesquisadora tem me deixado muito infeliz. Não sinto que isso seja a minha vocação, não pretendo seguir carreira acadêmica e apenas tenho cumprido minhas tarefas e estou muito de saco cheio dessa vida. Já que temos que ganhar dinheiro pra viver, e no meu caso, carreira não é um sonho pra mim, qualquer coisa é válida, desde que eu me sinta feliz. Ainda não planejei nada, pois consegui verbalizar essa minha vontade há algumas semanas…. Por isso, gostaria de ler algo sobre alguem que fez algo do tipo, blog de pessoas assim, e afins.
    Me interessei pelo trabalho dos nômades digitais, mas penso em algo nem tão nômade, mas digital, só não sei o que (com a minha formação) eu poderia fazer.
    Enfim, por hora é isso…
    Abraços!!!

  • Reply Erick 20 de fevereiro de 2014 at 01:11

    Muito obrigado Fê!

    Com certeza irei perguntar mais pra frente, rs
    Em breve começo minha aventura pela América do sul e precisando de alguma informação pra aqueles lados estamos ae. Até lá vamos trocando idéias =)

    Boa viagem pra ti tbm!

  • Reply Vinicius 14 de março de 2014 at 14:29

    Caramba, que legal isso. É como qualquer outra coisa, tem pontos positivos e negativos. Seria legal viver assim. Mas não sei, por mais que eu goste de mudanças, essa parece muito drástica. Não tenho medo, mas acho que receio seja a palavra certa. Sei lá, a ideia de não ter um lar, de estar mudando de lugar sempre (mesmo que esse lugar seja aonde eu quisesse) é muito radical. Teria coragem de fazer o mesmo. É uma experiência incrível, tenho certeza.

  • Reply Priscilla 17 de março de 2014 at 18:41

    Olá Fê, tudo bem?

    Acabo de conhecer seu blog, cheguei nele através de um texto seu publicado no Portal Administradores. É incrível como o Universo atua, pois quase todos os dias me deparo lendo algo (as vezes mesmo sem procurar) sobre pessoas com a mente livre, que viajam e deixam sua zona de conforto.

    Sou catarinense e estou me preparando para daqui um ano mais ou menos, pegar estrada. Vou começar por aqui por perto, por enquanto.

    Tenho um blog, que estava desativado a algum tempo. Pretendo falar um pouco sobre a vida, a felicidade umas coisas que considero legais. Dá uma olhada lá: http://www.amevoce.com

    Beijão,
    Pri

  • Reply Silvia 22 de março de 2014 at 07:46

    Oi FÊ! Acabei de conhecer seu blog e já te add no face… rsrsrs Mas ficou uma duvida sobre ser nômade digital. Quando vc diz que estava na praia preocupada com o trabalho que precisava entregar; Que trabalho? Entregar/ enviar pra quem?
    Bjin!

  • Reply Gabriela 25 de março de 2014 at 21:42

    Oi Fê! E se você voltasse para o Brasil, voltaria a ser Diretora de Contas? Bjs

    • Reply Fê Neute 31 de março de 2014 at 16:35

      Oi Gabriela,
      Eu sou adepta do “nunca diga nunca”. Eu tenho muitos amigos no mercado publicitário e fazia o meu trabalho direitinho, por isso, se eu precisasse voltar acho que não teria problemas em ser diretora de contas novamente. Mas, o que eu realmente quero é continuar com o projeto e se tudo der certo, ser escritora 😀

  • Reply Ana 2 de agosto de 2014 at 05:54

    Fê co conheci hije o seu blog, e me identifiquei muito.

    Achei muito interessante a sua filosofia que vem muito de encontro com a minha. Lendo seu post sobre nômade digital me pôs a pensar sobre alguns temas que são uma faca de dois gumes.

    Como é pra você o ponto de solidão, porque por uma lado você tem a liberdade, mas por outro você tem o ponto de ser algo. Hito solitário. Você tem esse sentimento? Bjos e parabéns pelo seu blog. Já me conquistou. 🙂

  • Reply nancy 6 de agosto de 2014 at 16:48

    Como, quantas vezes nós brasileiros fomos tratados como lixo no exterior. De 10 anos prá cá vemos estrangeiros por aqui, será que faltam brasileiros para ocupar postos de trabalho? Infelizmente o motivo de muitos estrangeiros terem vindo é serem refugiados. E sempre ouvíamos dizer que o brasileiro ia para Japão, Canadá, EUA, Europa ,,, por falta de futuro, o que pragmaticamente é ser um refugiado. Que bom que viver fora tem para você essa forte carga de opção. Como dizem as vovós, no meu tempo não era assim.

  • Reply Izabele Renata 15 de setembro de 2014 at 15:25

    Quanto é o custo financeiro para ser um nômade digital? O que fazer quando tem pouco dinheiro e é obrigada(o) a se mudar? É verdade que ser um nômade digital é pior que uns profissional instável? E quais fatos comprovam ou discordam?

  • Reply Marco Reis 22 de novembro de 2014 at 20:30

    O link para esse site mark manson está errado. Redireciona para outras paginas….

    • Reply Fe Neute 23 de novembro de 2014 at 09:41

      Obrigada pelo toque, Marcos.
      Já está arrumado 😉

  • Reply Bruna 17 de dezembro de 2014 at 09:02

    Olá Fê! Me identifiquei muito com teu blog! Além do livro do Tim Ferris, conhece algum com exemplos de carreiras alternativas de nomades (além de progrmammers/designers) e suas viabilidades?

    Muito obrigada!
    Beijos

  • Reply André 4 de janeiro de 2015 at 22:57

    ola, gostei do texto e tenho os mesmos sentimentos que você tinha em relação ao trabalho aqui no Brasil.

    Só não entendi uma coisa, como você se mantém? Você trabalha como?
    Quando você decidiu ser nômade , você já tinha alguma coisa pronta? Algum contrato de trabalho?

    Alguém te contratou para falar sobre os lugares que você visita?

    Seria legal essas respostas. Por exemplo.

    Se eu quiser ser nômade hoje, é só ter um blog e escrever sobre o lugar que eu decidir visitar e esperar receber por isso?

    Abraços

  • Reply Leonardo Lombardi 30 de janeiro de 2015 at 10:43

    Caramba, quantos comentários!

    Dona Fê, os opostos realmente não se atraem, de forma geral. Segue um link da 23 and me, empresa de mapeamento genético sobre o assunto, se se interessar:
    http://blog.23andme.com/23andme-research/23andme-couples-correlated/
    Abs e parabéns.

  • Reply Janaína Araújo 16 de julho de 2015 at 11:59

    Olá Fê, eu acabei de conhecer seu blog, por uma pesquisa que fiz no Google com a seguinte frase: “Estou cansada de viver na rotina da cidade”.
    Ontem li sobre os nômades digitais em uma reportagem que dizia: “Porque desejo criar meu filho fora do Brasil”, lá o escritor falava que tinha decidido ser um nômade digital. Fiquei feliz de poder encontrar o seu blog e poder entender melhor como é esse estilo de vida, de profissão. No momento estou passando por uma inquietação e não sei bem avaliar o que é. Sou Designer de Moda e Modelista e hoje tenho meu próprio negócio, situação financeira estável, casa própria, carro, etc. No entanto, eu vou trabalhar e fico no meu ateliê de 7:30 as 22h e tenho aquele sentimento de que estou sempre cansada, não tenho tempo para nada, academia, lazer, e no final sinto ansiosa demais com o sentimento de que nunca consigo fazer nada. Não tenho a menor pretensão em passar meus dias em uma cidade do interior, gosto da agitação, o que não gosto é da rotina… mas como você disse temos que avaliar as vantagens e desvantagens e no momento, estou bem confusa. Aqui foi apenas uma pontinha da história! Parabéns pela coragem, pelo blog e por estar tão feliz. Vou tentar acompanhar. Grande abraço

  • Reply Mônica 17 de julho de 2015 at 09:37

    Cheguei no seu site por um post no Facebook, e esse texto veio muito a calhar com o que vivo hoje. tenho quase 44 anos, e meu marido viajamos de ferias num esquema mais “mochilão” – pela primeira vez! Conhecemos pessoas incríveis de várias partes do mundo, gente que trabalha 4/5 meses só para poder viajar, gente que trabalha viajando, gente que deu um tempo na vida, enfim, nós (ele é servidor publico, eu empregada de multinacional) éramos praticamente uma exceção. A não ser quando encontrávamos brasileiros- o povo que pior sabe viajar, na minha opinião. Brasileiro reclama pacas, quer café da manhã 5 estrelas (mesmo em albergues), sente falta do que não tem e não aprecia o que tem, paga excesso de bagagem, muito estranho! e depois da viagem veio uma vontade grande mudar de vida (eu mesmo era desas daí que descrevi), e seu post me tocou, “falou” comigo. Mas vi que ele é de um ano atrás. Como você está hoje como nômade digital? tentei achar outros post seus mas não achei…

    obrigada e um abraço!

  • Reply Ricardo 24 de julho de 2015 at 15:28

    Parabens pela iniciativa. Ja acompanho o Rafael Incao e Jair Rebello que são nomades digitais e estão me ajudando a entrar para esse novo estilo de vida.
    E seu texto é otimo e partir de hoje vou acompanhar suas postagens.

  • Reply Mundo Peregrino 24 de março de 2016 at 12:03

    Parabéns pelo artigo!
    Ser um Nômade Digital não é tão simples quanto parece, ao meu ver é o mesmo conceito entre alguém querer montar um supermercado e se dar bem, quanto a querer ser um Nômade Digital.

    É preciso muito conhecimento sobre empreendedorismo e marketing digital, conhecer sobre marketing de conteúdo, escolher um bom nicho de mercado, possuir uma solução realmente atrativa e que resolve o problema das pessoas, isso é o básico.

    Para a pessoa que quer ou pretende ser um Nômade Digital, é preciso ter em mente que para dar o primeiro passo, precisa de um método inteligente e já testado, isso para não viver entre tentativas e erros e depois acabar desistindo no meio do caminho.

    Não é fácil ser um Nômade Digital, mas é a profissão do futuro, que dá prazer e muita alegria!

    • Reply Fe Neute 24 de março de 2016 at 15:54

      Eu concordo com o seu comentário com excessão de um ponto. Nômade Digital não é uma profissão, é um estilo de vida 😉

  • Reply Bruna 28 de abril de 2016 at 09:14

    Fê,
    Eu adorei seu texto, e o que me mais me empolgou foi perceber que você aderiu a esse estilo de vida
    recentemente. Eu conheci o “nomadismo digital” há cerca de 4 meses em sites na internet. Eu realmente me interessei muito por esse estilo de vida, mas me sinto perdida quando penso em começar. Não sei quantas coisas preciso planejar pra dar certo. Você consegue me ajudar? Quais foram seus primeiros passos? Quanto dinheiro foi investido? Quanto tempo você precisou pra começar, de fato, nesse estilo de vida, desde o conhecimento do nomadismo até a atitude? Enfim, se não for demais responder a todas essas perguntas, eu adoraria ler a respeito delas!!

    Att.,
    Bruna Mendonça

  • Reply Hugo 30 de junho de 2016 at 14:12

    Muito legal sua jornada. Quais linguas voce fala? É possivel viajar o mundo apenas com o ingles?
    Abraços

    • Reply Fe Neute 4 de agosto de 2016 at 16:45

      Oi Hugo, eu falo inglês fluente e como quase todo brasileiro, posso entender espanhol da América Latina, mas não consigo falar.
      Dá perfeitamente para viajar somente com o inglês.

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