FELIZ COM A VIDA Vida Nômade

O FIM DA ERA NÔMADE DIGITAL

7 de outubro de 2015

Eu lembro como se fosse hoje a primeira vez que ouvi o termo nômade digital. Há quase 4 anos, eu estava na minha balada favorita em São Paulo, quando um gringo começou a conversar comigo.

Para ter assunto, perguntei o que ele fazia. Meio tímido, ele me respondeu que era complicado de explicar. Coitado, essa era a pior resposta que ele poderia dar para uma pessoa curiosa como eu.

Conversa vai, conversa vem, até que ele me disse que já tinha visitado mais de 40 países nos últimos 3 anos, enquanto trabalhava no seu negócio digital.

Juro, acho que eu fiquei mais surpresa do que se ele tivesse me dito que era astronauta.

Eu queria saber tudo!

Como assim você pode viajar enquanto trabalha? Que tipo de negócio é esse? Como você se sustenta? Que países você já visitou? Como é lidar com os vistos? Baseado em que você decide para onde vai?

Curiosamente, essas são algumas das perguntas que muita gente me faz diariamente hoje em dia.

O estilo de vida nômade digital desperta algo inexplicável nas pessoas. Alguns não entendem, por mais que eu explique. Outros ficam fascinados e decidem que essa é a vida que eles querem também. Eu entendo, esse foi o meu caso.

Depois daquele dia, eu não parei mais de pensar nisso. Eu precisava encontrar uma forma de fazer a mesma coisa. Foi quando eu decidi que, para tornar esse sonho possível, eu mudaria meus hábitos pouco a pouco, eliminaria todos os excessos e economizaria o máximo de dinheiro que eu conseguisse em um ano.

Exatamente 18 meses após aquele encontro na balada, eu estava embarcando para a Tailândia com o mesmo gringo e uma mala cheia de sonhos e esperanças.

Foi assim que nasceu o projeto FÊliz Com A Vida e também uma nova oportunidade de usar o conhecimento que acumulei durante os quase 14 anos no mercado publicitário para trabalhar por conta própria. Eu virei freelancer, nômade digital e comecei dividir os aprendizados dessa nova vida com vocês.

Quem me acompanha sabe que eu sempre fui muito honesta e verdadeira ao falar sobre esse estilo de vida e hoje não vai ser diferente, até porque, estou escrevendo para encerrar oficialmente esse ciclo da minha vida.

É isso mesmo, eu vou deixar de viver como nômade.

Por que?

Simplesmente porque, na minha opinião, essa vida tem um prazo de validade e o meu expirou. Não só o meu, mas o de 95% dos amigos nômades que eu fiz na estrada.

Todas as pessoas que eu conheci e que estavam vivendo dessa forma por mais de 2 anos estão se estabelecendo no seu país de origem ou no país em que mais gostaram de viver, na maioria das vezes porque se apaixonaram ou até casaram.

Eu sei que muita gente deve estar me achando louca ou até mesmo chata por querer abandonar a vida dos sonhos de qualquer pessoa, mas para vocês entenderem melhor eu vou listar os principais motivos que me fizeram tomar essa decisão:

1. Viver como nômade não significa estar eternamente de férias.

Embora seja muito sedutora, a vida nômade não é tão diferente da vida que vivemos nas nossas cidades. Quando temos um trabalho, seja como freelancer ou o nosso próprio negócio, não tem como escapar de alguns compromissos, entregas e tarefas que precisam ser feitas em um determinado prazo.

Aí você pode dizer: “ah, mas é muito melhor trabalhar de casa e poder ter os seus horários flexíveis para fazer o que quiser e usar seu tempo para conhecer novos lugares”. Sim, é verdade! Mas, isso é ainda mais verdade na teoria do que na prática.

Trabalhar por conta própria não é simples, principalmente nos primeiros anos. Além disso, depender 100% de internet para trabalhar e não ter uma renda fixa pode ser extremamente estressante, principalmente quando não se tem mais 20 e poucos anos.

Quando pensamos em como deve ser o máximo viver viajando, estamos na verdade, pensando naqueles dias maravilhosos das nossas férias, quando somos livres e felizes. Só que, viajar enquanto trabalha é o mesmo que tirar férias e ficar no celular respondendo emails do trabalho, ou seja, uma merda. Você até aproveita, mas não da mesma forma que aproveitaria se estivesse totalmente relaxado.

2. Faz falta ter uma casa.

Mesmo carregando pouca coisa e conseguindo me mudar de um lugar para o outro com facilidade, a chegada em uma cidade nova era sempre tensa. Eu ficava ansiosa até ter certeza de que a casa era aquilo mesmo que estava no site (o que na maior parte das vezes não era), depois levava uns dias para me adaptar com a cama, com o travesseiro, com o chuveiro, enfim, com a casa nova.

No começo eu nem ligava. Também adorava explorar os bairros para descobrir onde era o supermercado, a farmácia, os restaurantes.

Só que depois de alguns meses, viajar para lugares novos virou parte da minha rotina e isso passou a ser exaustivo. Fora todas as vezes em que eu gostaria de ter ficado mais tempo, mas precisei ir embora por causa do visto.

Depois de um ano na estrada, eu tinha arrepios e ficava mal só de pensar em fazer minha mala e começar tudo de novo. Eu queria voltar a sentir aquele alívio gostoso que sentimos quando voltamos para casa depois de um longo período viajando, mesmo que o coração esteja apertado pelo fim das férias, sabe?

3. Tendemos a achar que tudo aquilo que não temos nos faria mais felizes do que a nossa realidade atual. 

Nós só sabemos identificar a felicidade porque ficamos tristes em algum momento. Se todos os nossos dias fossem plenos, nós não daríamos tanto valor para a felicidade, ou pior, talvez nem soubéssemos reconhecê-la.

O mesmo acontece com as viagens que fazemos de férias. Elas são maravilhosas e deixam tantas memórias incríveis porque planejamos e esperamos por meses. Geralmente estamos cansados de um longo período de trabalho e no momento em que entramos no avião estamos em êxtase!

Quando viajar passou a fazer parte da minha vida normal, eu parei de sentir o frio na barriga que eu sentia antes. 

Mesmo cada lugar sendo único, depois de ter visitado mais de 30 países e 80 cidades ao redor do mundo, a minha expectativa e animação em relação aos novos lugares começou a ser muito mais baixa. Estava ficando cada vez mais difícil eu me surpreender e comecei a me sentir mal por isso.

Eu queria voltar a ter a empolgação de antes quando pensava em viajar e não ficar ansiosa porque estava me mudando mais uma vez.

Da mesma forma que eu sonhava em viver como nômade quando eu morava em São Paulo e trabalhava como uma louca em uma agência de propaganda, eu passei a sonhar em ter um lar quando estava vivendo a vida que eu sempre quis.

4. É difícil se manter saudável viajando constantemente.

Depois de alguns meses viajando, eu percebi que era muito difícil não abrir excessões, fosse em relação a comida ou à prática de exercícios. Além disso, eu estava perdendo muitas noites de sono por causa de fuso horário, de camas ruins e da instabilidade financeira.

Com o tempo, isso começou a prejudicar drasticamente o meu bem-estar. Eu vivia cansada, sem disposição e sem energia para nada. Tinham dias em que eu estava na praia mais maravilhosa e tudo o que eu queria era dormir de tão exausta.

5. No fim das contas, a vida é feita de relacionamentos.

Conhecer novos lugares, culturas, comidas e jeitos diferentes de se viver é uma das coisas mais incríveis da vida. Eu queria que todo mundo pudesse viajar para o maior número de lugares possível e sempre vou encorajar as pessoas a priorizarem viagens à um carro novo, roupas e até à compra de uma casa, pois viajar enriquece muito mais do que qualquer bem material.

Mas, mais importante do que tudo isso são os relacionamentos que cultivamos ao longo da vida. De todos os lugares onde passei, os que eu mais tenho vontade de voltar são aqueles onde eu deixei amigos.

Amizades não acontecem da noite para o dia. É preciso tempo, dedicação e convivência para estreitar laços e a vida nômade não permite isso. Quando você finalmente encontra a sua turma e começa a se apegar, é hora de partir.

Mesmo conhecendo muita gente incrível e interessante o tempo todo, chega uma hora que cansa ter que explicar pela 146ª vez de onde você é e o que você faz, principalmente quando nem você sabe exatamente o que está fazendo.

Depois de algumas chegadas e partidas, se eu fosse ficar na cidade por menos de 3 meses, eu nem fazia mais questão de ir atrás de novas pessoas para conhecer, já que novas amizades exigem investimento emocional e eu estava cansada de me esforçar por algo que muitas vezes seria superficial.

Eu não estou aqui para tentar convencer ninguém a virar ou, principalmente, desistir de ser um nômade digital. Sou muito feliz por um dia ter tido a coragem de pedir demissão de um emprego estável e muito bem remunerado para seguir o meu sonho e de ter vivido esse estilo de vida por 2 anos.

Descobri que gosto de rotina, de estabilidade e de viajar com a leveza que só quem viaja de férias tem. Também descobri que gosto de ter a liberdade de escolher o que for melhor para a minha vida e, nesse momento, é ter uma casa.

Hoje eu sou uma pessoa completamente diferente da que eu era quando comecei essa grande aventura, uma versão muito melhor de mim mesma.

Estou extremamente feliz com a minha decisão, pois hoje, tenho certeza absoluta daquilo que me faz verdadeiramente feliz com a vida!

P.S. 1: Aos curiosos, vou ficar em São Paulo até o fim de janeiro, depois mudo por tempo indeterminado para Nova York, minha cidade do <3

P.S. 2: CALMA, O BLOG NÃO VAI ACABAR! Eu vou continuar postando sobre felicidade, minimalismo e viagens. Continuem sempre me visitando!

Imagem: arquivo pessoal

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61 Comments

  • Reply Mariana 7 de outubro de 2015 at 09:00

    Oi Fê, excelente texto! Me identifiquei com cada palavrinha. Nunca fui uma nômade digital, mas passei uma boa temporada fora do Brasil para estudar, pingando de casa em casa e mudando de cidade. Quando voltei para o Brasil, morei em 5 casas em um ano 1 ano e 8 meses. Para cada mudança eu sentia a mesma ansiedade e a mesma “obrigação” de fazer uma espécie de reconhecimento de área, ainda que fosse na mesma cidade. Chega uma hora que você cansa mesmo e quer o mínimo de estabilidade, de saber que vai morar alí até que você decida que não quer mais isso. Parabéns pela decisão! Só não pára com o blog, heim??!! Abs. 😉

  • Reply Mayris 7 de outubro de 2015 at 09:21

    Pôxa, que legal que você expôs aqui a sua verdade! Mesmo! Também acho que nada é para sempre, e que tentar algo novo e que a gente deseja muito é sempre bom para o crescimento pessoal, e foi isso que você fez! Fico feliz que tenha dividido aqui sua experiência, não só o glamour, mas também as dúvidas e incertezas. Abraços e boa sorte nos novos rumos!

  • Reply Bruna 7 de outubro de 2015 at 09:51

    Que bacana o seu relato, Fê! Sempre é tempo de mudança e a vida é isso: identificar o que é ideal pra gente num momento, ir vivendo, sentindo e se permitindo mudar de ideia sempre. Que você seja feliz independente do local!

    Beijos!

  • Reply Sharon 7 de outubro de 2015 at 09:54

    Que linda decisão, querida!

    Te acho corajosa por ter vivido. E mais ainda por saber perceber o momento de parar.

    Outro dia disse pro Fê que queria ficar sem viajar por um ano… pra ter esse tempo de fazer as coisas de dia a dia, de criar rotina, de comer regrada, de fazer exercício, de ter hora pra trabalhar… praticamente tudo aquilo de que eu queria fugir 3 anos atrás 🙂

    <3 amei te conhecer durante essa fase… e agora te acompanharei por todas as outras <3

  • Reply Mari Medeiros 7 de outubro de 2015 at 09:56

    Ah que lindo ler isso Fê! Tinha entendi mais ou menos pelo snap, mas ler assim é muito mais gostoso e enxergar um pouco do mundo e a da vida que levou nesses últimos dois anos.
    Sempre achei que a vida de viajantes, sejam nômades ou porque a profissão exige, têm prazo de validade ou são pessoas completamente desapegadas de família, casa e amigos. E para a maioria das pessoas, tem um fim. E é legal ver pessoas como você assumir isso, o mundo é lindo, os países que morou, mas bem a verdade é que nunca passeamos em nossa cidade, porque ela é nossa rotina, poucas pessoas andam em volta de casa reparando os detalhes, as pessoas e saem fotografando e sentindo a cidade. E eu consigo entender 100% essa relação que você teve nos lugares que morou e pior, consigo imaginar a preguiça de se relacionar com pessoas tantas outras vezes.
    E depois do seu ano sabático? Vai continuar como freela ou trabalhar fixo em algum lugar em NY? (por sinal, os melhores snaps eram por lá <3)
    Beijos

  • Reply Fabiane 7 de outubro de 2015 at 10:13

    FÊ, concordo com suas palavras e fico muito feliz por você ter registrado essa escolha. Sabe pude conhecer sua história no começo e você foi uma pessoa que me inspirou a tomar a decisão de mudar de vida, viajar por dois meses em 6 países e voltar para casa! As suas palavras fazem parte da reflexão que também fiz para mim mesma e entendo perfeitamente sua escolha! Sou muito grata por desde o primeiro contato com você, você ter me respondido e ainda para minha surpresa, a minha pergunta para você naquela época, fez você escrever um artigo, fiquei boba, mas hoje entendo que na vida nada acontece sem sentido! Mesmo não lhe conhecendo pessoalmente, você terminou seu artigo falando de algo que além de fazer parte da minha vida, é a minha “ferramenta” de trabalho, de estudo: os relacionamentos, as relações como hoje me dedico em aprender, viver e sentir ainda mais, QUE LINDO FÊ…..Obrigada por me inspirar e por poder lhe inspirar também, é assim que as relações acontecem, na troca verdadeira! Obrigada por ser verdadeira em cada palavra sua!!! Espero um dia, quem sabe lhe conhecer, mas se isso não acontecer, como estou aprendendo hoje, pode ter certeza que através das palavras nossos corações se conheceram!!! Sucesso sempre!

  • Reply Lara 7 de outubro de 2015 at 10:16

    muito bom! Eu tenho exatamente esse plano. Rodar daqui e dali um tempo até achar um canto pra chamar de meu e sossegar. 🙂 meu site também é de experiência de viagem, mas ainda não me gera renda. http://Www.eksperyens.com

  • Reply Stephanie 7 de outubro de 2015 at 10:17

    Fê, acompanho o blog desde o começo e sempre admirei sua sinceridade e sensibilidade para falar sobre a sua experiência como nômade digital. Foi muito bom acompanhar os seus altos e baixos nessa vida e agora saber qual o aprendizado você tirou de tudo isso, obrigada por compartilhar conosco! Sinto que foi um processo de autoconhecimento muito profundo que você viveu (e está vivendo), esse post me passou exatamente isso: que você se conheceu muito melhor durante esses dois anos e está sendo sincera com você mesma ao decidir o momento de parar. Estou certa? Muito inspirador acompanhar tudo isso.

    Parabéns pelo seu trabalho aqui no blog. Esse texto me fez refletir muito. Vivo querendo fazer mudanças radicais na minha vida, ansiosa por ainda não ter feito, e na verdade minha vida é muito boa aqui mesmo onde estou. Acredito que uma experiência como essa também me mostraria isso, mas é ótimo aprender também com a experiência dos outros.

    Beijos e boa sorte!

  • Reply Helga Bevilacqua 7 de outubro de 2015 at 10:19

    Olá, Fernanda. Gosto bastante do seu blog pois vejo que você expõe as coisas de uma maneira bem real e ponderando seu ponto de vista, sem tentar vender uma felicidade com filtros de aplicativo, só para fazer dela mais bonita… Acabei de provar minha vida como nômade e tive algumas conclusões bem parecidas com as tuas. Mas quero seguir, por um tempo mais.
    Acho importante tentar sempre. Mesmo que seja para chegar a conclusão de que não é aquilo que você esta buscando… No final, a busca pela felicidade (pelo menos para mim) é isso, erros e acertos. Mas acima de tudo um processo dinâmico onde a gente se permite. Vou continuar te acompanhando por aqui! Boa sorte!

  • Reply Rebecca Bittencourt 7 de outubro de 2015 at 10:28

    Parabéns! Primeiro, por ter tido a coragem de ir rumo ao desconhecido. Segundo, por ter tido a coragem de reconhecer que foi bom enquanto durou, mas que precisava fechar esse ciclo. Muitas vezes ficamos apegadas ao conceito de vida perfeita e preferimos ficar sofrendo do que desapegar e admitir que é hora de parar.
    Desejo tudo de bom pra você nessa nova fase 🙂

  • Reply Adriana Lima 7 de outubro de 2015 at 10:55

    Adoro seus textos e adorei esse também. É preciso ser uma pessoa muito lúcida, livre e feliz pra tomar decisões como esta! Parabéns pelo site, pela sinceridade e obrigada pela inspiração que me traz. Desejo tudo de bom pra você, seja na estrada ou em uma residência fixa 😉

  • Reply Paula Brum 7 de outubro de 2015 at 11:00

    Adorei seu relato, sempre tive curiosidade em saber como mudanças tão drásticas se sustentam ao longo do tempo, acho que em parte por ser o avesso disso, ter os pés bem fincados na minha terra e jamais ter tido o desejo de mudar. Gosto de ver o outro lado e ao longo desse tempo conseguiste passar isso. Felicidades em sua nova fase, que ela seja tão cheias de descobertas como a anterior, ainda que sob nova ótica. Abraços!

  • Reply Cíntia Lorentti Lopreto 7 de outubro de 2015 at 11:12

    Mais do que pensar na decisão que tomou, fico sempre feliz quando sei um pouco do que passa pessoas que conviveram comigo em algum momento de suas vidas e se distanciaram. O que está fazendo, por onde anda, teve filhos, o que escolheu para si?
    Fico feliz por ver que a maioria dessas pessoas estão bem sucedidas. E podendo tomar decisões fora da nossa realidade, como você.
    Boa sorte!

  • Reply Mariane Oliveira 7 de outubro de 2015 at 11:53

    Fe,
    Achei o seu Blog por acaso e já me identifiquei muito com sua história! Vim parabenizar você por compartilhar estes momentos conosco e também pela decisão que tomou desde a iniciativa de se tornar Nômade Digital a qual fez você se tornar a pessoa que és hoje, conhecendo o mundo á fora desde a de ‘encerrar’ este ciclo a qual dentro de você e do seu S2 julgou necessário para o momento HOJE! 😉
    Grande Abraço e muito sucesso neste novo período!

  • Reply Pamela 7 de outubro de 2015 at 11:53

    Fê, fiquei muito feliz ao ler seu depoimento! Mesmo nunca tendo vivido como você, acabei me identificando com muitas coisas que você disse no final, como gostar de estabilidade e poder viajar com a cabeça tranquila, se desligando do mundo.

    E QUE LEGAL que você vai morar em NY depois de São Paulo! (aliás quando você vai se encontrar com os leitores, hein? PRECISO te conhecer pessoalmente! hahahaha)

    O seu Snapchat era o meu favorito de todos quando você estava por lá e confesso que – mesmo com a história do “Mickey” e da loka que te derrubou vinho – fiquei morrendo de vontade de passar um tempo por lá também! 😀

    Dúvida: sei que devem te perguntar muito isso e também sei que de certa forma você respondeu um pouco nesses 2 anos de blog, mas queria muito saber: o que de fato você vende? Que serviço você prestou nesse meio tempo pra conseguir dinheiro? Você poderia talvez fazer um video falando sobre isso? #pleeease rs

    Beijocas!

    P.S. – Nômade ou não, você continua me inspirando, sempre!

  • Reply Tati Bertucci 7 de outubro de 2015 at 13:25

    Eu entendi bem o motivo da sua decisão, principalmente pelo fato de não conseguir se manter saudável, porque quando viajo nunca faço exercícios físicos ou como alimentos saudáveis, e também pelo fato dos relacionamentos. É difícil ficar longe da família e é muito ruim ter sempre amizades superficiais.
    Boa sorte na sua nova fase! 🙂
    http://www.blogqueroir.com

  • Reply Samara Brancher 7 de outubro de 2015 at 13:47

    Você não vai parar de escrever né? Eu adoro seus textos e eles me inspiram, passei a ver a vida de maneira diferente depois que conheci sua história e a maneira como você vê a felicidade. Beijos e boa sorte nessa nova faze.

  • Reply VIRGINIA 7 de outubro de 2015 at 15:24

    Fê que post lindo e sincero!!! Só peço para que você não pare com o blog, sua forma de pensar é uma luz nesse mundo moderno e louco, sempre corro ao blog para ver se tem post novo e admito por influência de alguns textos e outros eventos na minha vida consegui reduzir bastante os gastos com roupas e besteiras! Percebi que fazia pouco com o que eu ganhava! Hoje invisto mais em mim, com cursos e experiências gastronômicas. Não deixe o blog, o mundo precisa de mais gente que pense fora da caixa!!! Bjs e boa sorte nessa sua nova jornada em casa!!!

  • Reply Tais 7 de outubro de 2015 at 17:25

    A vida não é um mar de rosas!
    Post muito sincero! Adorei!
    Eu não consigo ficar tanto tempo longe, sempre vou e volto 🙂

  • Reply GABRIELA MOYA 7 de outubro de 2015 at 18:23

    A única certeza que temos na vida, é a impermanência…

  • Reply Gabriela 7 de outubro de 2015 at 18:54

    Adoreeei o texto Fê.. Sucessoo nesta nova fase.! 🙂

  • Reply Flavia Oliveira 7 de outubro de 2015 at 19:36

    Ahhh Fêzão querida…Apesar da distância física,como te gosto, te admiro e mais! Me identifico!!
    Tudo isso que escreveste é sensacional! Principalmente o trecho em que destacas a necessidade vital que nós humanos temos de “ter sede para valorizar a água”…o esforço para REconhecer da felicidade num cotidiano onde os gráficos se mostram aparentemente sem picos…
    Agora vamos ser honestas: Ser nômade digital é uma coisa, ser nômade digital e GEMINIANA é outra!!!! Me corrija se eu estiver errada:
    Apesar de muito sensíveis, verdadeiros e profundos em nossas relações ,somos múltiplos em personalidade,instáveis, voláteis!! Hoje queremos isto e achamos que será eternamente. A vantagem ( e por vezes desvantagem) disso é que nos entregamos com toda força e energia em TUDO que fazemos! Acontece que meses depois, ou só alguma horas…tudo pode ser diferente!
    Vivemos o HOJE apesar do desejo de SEMPRE!
    Apresentamos um prazo de validade sem conter absolutamente NADA de perecível.
    E somos assim: Um delicioso e humano dilema. Mutantes contemporâneos.
    Fê_licidade nessa nova empreitada minha flor. Que ela continue lhe “parecendo” um desejo de SEMPRE, pois é assim que somos cada vez melhores e mais Fê_lizes.
    Grande beijo
    Flavião.

    • Reply Fe Neute 7 de outubro de 2015 at 21:58

      Como eu te amo, Flavião!!! Que saudade das nossas conversas e de te ouvir falar. Sim, você acertou na mosca! Só outra geminiana poderia entender esse sentimento de inconstância que carregamos dentro da gente. O bom é que nunca nos contentamos com o básico e estamos sempre atrás daquilo que consideramos melhor, mesmo que seja por apenas algumas horas.
      Muita saudade e queria muito te encontrar enquanto estiver por aqui <3

  • Reply Pamela Campos 7 de outubro de 2015 at 22:06

    Oi Fernanda,
    Acompanho seu trabalho desde o comecinho mesmo e adoro seu blog. Também tenho um sonho de conseguir ter uma vida mais livre para estar onde eu quiser e quando eu quiser, mas não sei se conseguiria viver 100% nômade. Preciso de uma casa, mas minha meta de vida é construir um trabalho que me permita sair pelo mundo quando meu coração quiser.
    No fim, acho que o mais importante é seguir o que nos faz feliz de verdade. E isso pode sim mudar ao longo do tempo.
    Ótimo texto! um beijo grande

  • Reply Ale Mantovix 7 de outubro de 2015 at 23:59

    Woooww! Amei, Fe!!
    Decisão madura . Tão bom quando decidimos nossa vida assim. .. com experiência , sapietude e maturidade !
    Embora viajar um tempo pelo mundo seja algo mal resolvido ma minha vida… sempre penso que não conseguiria fazer isso de ficar pouco tempo em cada lugar… tanto pelo desgaste emocional dedicado a cada pessoa. Quanto por não ter uma casa. Amo cada canto da minha casa, meu banheiro , meu sofá. .. e até pra viagens mais curtas morro de saudades de voltar. Mas sua coragem e liberdade em ir e também em voltar, são incríveis.
    Boa sorte em seu novo ciclo ! E não nos deixe órfãos. !

  • Reply Daniela Barcellos Farias 8 de outubro de 2015 at 00:02

    Muito feliz por você Fê! Beijos

  • Reply Bruno Hanai 8 de outubro de 2015 at 00:56

    Uau.

    Parabéns pela coragem de ir. Pela coragem de “voltar”. E pela coragem de escrever sobre.

  • Reply André Felizardo 8 de outubro de 2015 at 13:19

    Olá Fê! Leio tanto seus posts que me sinto íntimo. Só queria te agradecer por mais uma vez compartilhar suas experiências e por sempre passar a realidade com transparência pra gente nos seus textos.

    Uma das ‘fórmulas’ dos seus textos serem tão lidos, é que além de sinceros, eles são escritos por alguém como nós, com sonhos, certezas, incertezas e mudanças de opinião, claro.

    Mais uma vez, obrigado.

  • Reply Yoh 9 de outubro de 2015 at 14:32

    As vezes eu me sinto como uma velha, porque não tenho essa ousada que minha geração tem, essa vontade de empreender, esse anseio por viver viajando. Sou apaixonada por estabilidade e pela minha vida no interior.
    Te desejo sorte na sua nova vida em NY! 🙂

  • Reply Valeria 10 de outubro de 2015 at 06:47

    Muito bom o texto e o mais legal e sentir a verdade em cada palavra. Alegria em saber que nos seres humanos temos o livre arbitrio para decidir onde estar, porque estar, quando voltar e o que queremos SER.
    Deus ilumine sua nova etapa e que venha com o frio na barriga que todos nos queremos sentir.
    Beijos
    Va

  • Reply Karoline 10 de outubro de 2015 at 15:19

    Parabéns, Fê, por saber reconhecer o seu tempo e por ter a humildade de compartilhar com todos nós. Entendo seu lado perfeitamente. Estou há pouquíssimo tempo morando na Alemanha e só o fato de ainda não ter conseguido um lugar definitivo pra morar ainda já me deixa um pouco inquieta. Continue com o blog pq é excelente!

  • Reply Bruna Pires 11 de outubro de 2015 at 07:12

    Oi Fé, tudo bem? Confesso que fiquei triste com a noticia RS , achei q VC fosse ficar mais tempo como nômade digital….VC vai casar? : ) te desejo tudo de bom e parabéns por está experiência q mesmo tendo o s seus altos e baixos te proporcionou anos de experiência , amadurecimento, valorização das pequenas coisas, conhecimento de culturas e com isso a mente mais aberta para entender e aceitar o diferente e o novo, com olhar sem preconceitos . Parabéns Fer, essa nova fase da sua vida não seria a mesma se vc não tivesse passado por essa experiência tão incrível…. Abraços e conta aqui pra gente no seu blog as Novis hein… <3

  • Reply Marcelo Ramos 15 de outubro de 2015 at 09:53

    Olá moça feliz com a vida! Tudo bem? Acompanhei toda a sua jornada e sem dúvida, você foi inspiradora. Foi incrível ler cada nova experiência e perceber sua transformação de vida, de rotina, de pessoa, de profissional. Uma mulher cheia de fôlego pelo novo. Se houver um canal que você vai manter, vou continuar a querer saber mais de seus projetos, seus textos e o que você decidir compartilhar. Como você disse, a vida é uma trama de ciclos. Eles começam e terminam. Cabe a nós percebermos quando e como mudar em cada momento. Aproveitar uma oportunidade, abraçar uma causa, realizar sonhos, se reciclar, ampliar os horizontes, absorver o mundo e refazer tudo de novo, conforme nossas crenças. No final, só nós mesmos sabemos os prazeres e dificuldades de nossas escolhas. Que linda perspectiva você proporcionou com seu projeto. Muito legal!!! Torço para que as suas escolhas continuem te mantendo FÊliz com a Vida! Um bj : D

  • Reply Denílson da Silva Soares 15 de outubro de 2015 at 15:53

    Olá Fe está muito interessante no seu blog, não paro de pensá quando irá vir minha coragem, MS seguirei sempre seus conselhos

  • Reply Isabela Blanco 15 de outubro de 2015 at 17:08

    Excelente Fe! Gosto de você por toda essa honestidade! 🙂
    Acompanho você desde o início e te desejo um monte de coisas boas! Boa sorte na nova etapa!

  • Reply Jade Maranhão 18 de outubro de 2015 at 19:30

    Que legal ver a coisa toda por esse lado.
    Ás vezes me sinto uma et por gostar de ter os meus pés fixos na minha casa e cultivar rotinas.

  • Reply Carol Rosa 19 de outubro de 2015 at 02:11

    Esse texto foi libertador, de verdade! Não sei ao certo dizer pq, leio e acompanho seu blog desde (quase) o início e sempre fui uma entusiasta de largar tudo e viajar. Até já fiz isso, mas em escala beeem menor.

    Fui lendo e lendo e tudo foi fazendo sentido. A gente quer ir desesperadamente, e a gente tem que ir mesmo. E então a gente percebe, na prática, o que buscou de verdade até ali. É um processo lindo, e louco. Mas deve valer muito a pena. Ir e ir, pra depois voltar para dentro de si, verdadeiramente.

    🙂

  • Reply Gabi Righetto 19 de outubro de 2015 at 10:11

    Parabéns pelo texto e pela coragem, tanto de largar tudo e seguir a vida nômade, como de tomar a decisão de voltar a querer estabilidade, casa e rotina.
    Me identifiquei de certa forma e entendo totalmente sua decisão. Morei 7 anos fora do Brasil, em 5 cidades diferentes do mundo, e essa falta de uma casa mais permanente tbm afetou minha decisão de acabar voltando ao Brasil 5 anos atrás. Mas confesso que minha natureza aventureira já está querendo novas aventuras. O jeito é reconhecer nossos momentos na vida e ir atrás do que nos faz feliz né?
    Boa sorte na nova etapa!

  • Reply Letícia 19 de outubro de 2015 at 15:43

    Fê, profundérrimas as suas palavras e muito amor no seu blog!
    Conheci o seu blog há pouco tempo, através do trabalho da Jaque e do Eme. Sei que ainda tenho muito pra ler no seu Blog, mas não deixe de escrever pra gente não, plz!!!!! Tenho muito a aprender contigo. Assim, mas é claro que o que estou pedindo é só se isso for parte do seu caminho em busca a sua felicidade.
    Tudo de bom pra você e um super abraço no coração >.<
    Torcendo por ti!

  • Reply Rafa Pansere 20 de outubro de 2015 at 13:44

    Uau! Não sei explicar o motivo, mas seu texto me emocionou! Acho que foi sua coragem de ser tao sincera. Parabéns Fe! Que você seja muito feliz em sua vida! Bjo

  • Reply Shirley 21 de outubro de 2015 at 08:26

    Me leva pra NY com vc Fê!! kkk
    Texto maravilhoso, quando crescer quero ser ousada como você!
    Obrigada por todo o ensinamento e influencia positiva, sua vida é uma inspiração! Acompanho sempre.. por favor continue escrevendo!!
    Beijos!

  • Reply Elisa 22 de outubro de 2015 at 23:15

    Fernanda!
    É interessante acompanhar as mudanças que as pessoas fazem buscando a sua felicidade. E no fim das contas, não há uma resposta pronta, mas a coragem de seguir buscando estar bem!
    Parabéns por ter essa coragem sempre!

  • Reply Yrlane 23 de outubro de 2015 at 00:18

    Fê, no final das contas você mudou a sua vida no instante em que era necessário. Com certeza a sua vida não seria a mesma se você estivesse no mesmo escritório de publicidade, fazendo a mesma coisa nestes últimos dois anos (e não estaria com o Mark, né?).
    Por isso eu acho que mudanças são importantes (partindo da premissa de que sempre queremos o que não temos). Não temos a rotina = queremos rotina; temos que bater ponto no mesmo trabalho de segunda a sexta = queremos ser nômades digitais e conhecer 30 países em 2 anos.
    Lógico, depende muito do perfil. Tem gente que adora a mesmice pela vida inteira. Eu, se puder, mudo pelo menos o caminho até o trabalho.
    Enfim, esse hoje é o seu momento. E que bom que você pode reduzir as mudanças, e escolher onde e quanto tempo ficar. No fim, a lição que fica é que não devemos ter medo de mudar.
    Sucesso pra você e continuo te acompanhando no site e no snap 🙂

  • Reply Andreza 23 de outubro de 2015 at 13:52

    Excelente texto!
    Uma vez houve de uma coach que a vida é feita de ciclos, o seu ciclo como nômade digital se fechou mas essa com certeza é uma experiencia que você irá levar para toda a vida e que nunca irá se arrepender. Boa sorte nessa nova fase da vida e muito sucesso.

  • Reply Cristovam Peres 23 de outubro de 2015 at 15:52

    Muito bacana o texto mas na minha opinião você escrever tudo isso prova que você vai continuar sendo nômade digital, apenas ficando mais tempo nas cidades que gosta. É mudar quando você quer, acho que essa liberdade é a sensação mais importante.

    • Reply Fe Neute 25 de outubro de 2015 at 10:05

      Cristovam, muitas pessoas não entendem o conceito de nômade. Nômades Digitais não tem casa, nenhuma base em lugar nenhum. Eu vou ter uma casa em NY. Pretendo viajar bastante, mas eu já fazia isso quando morava em SP e tinha meu emprego como todo mundo. Quem tem uma casa, uma base fixa, por mais que viaje ou mude de tempos em tempo não é nômade.

      • Reply Simone 27 de Janeiro de 2016 at 23:40

        Fernanda, isso não é bem assim. O conceito de nômade digital (ou “location independent”, como é conhecido também em inglês) independe de ter casa ou não. A ideia é não ficar em um lugar só e poder trabalhar de qualquer lugar. No caso do nomadismo digital, trabalhando pela internet. Pois bem, eu sou uma das que escolheu ser nômade, porém com residência “fixa”. Sim, isso existe. Pelo menos inicialmente vai ser assim, pois sobre o futuro só Deus sabe e seu eu encontrar um lugar para ser só meu é lá que vou ficar. Como alguém comentou aqui eu também já mudei de casa várias vezes. Aliás, mais de 50 vezes (de acordo com minha última contagem há mais de 2 anos). Então, eu não quero mais mudar pois foram em sua maioria por necessidade. O que menos quero é isso!!! No entanto eu adoro viajar e preciso viajar (gosto do Brasil e tenho família no Chile e EUA). Fora isso, não tenho certeza se encontrei meu lugar mesmo gostando muito do Brasil. No momento, não tenho condições para comprar uma casa e nem sou casada nem vou casar. Também não tenho filhos, nem mascotes. Então enquanto decido onde e quando viver, se invisto em propriedade ou não, se adoto, se caso, etc. optei por montar base em um lugar (imóvel alugado) mas que serve de lar quando voltar das viagens – que espero sejam de ao menos 3-6 meses – e que posso alugar quando estiver viajando. Sim, tenho a autorização para isso da proprietária.
        Quem tem uma casa, ou base fixa, pode sim ser nômade se ele/ela muda a cada certo tempo e se desfaz de sua base quando quiser ou para outra base, ou para não ter base nenhuma, ou finalmente assumir de vez a vida em um local (aí sim, fora do nomadismo, como no seu caso). Acho que sua noção de nomadismo está equivocada ou talvez eu esteja e estou inventando um novo conceito. Mas falando com outros nômades que já estão fazendo isso (criando uma base) me dou conta que o conceito não é mais tão certinho como as pessoas pensam que é (alguém que não tem casa, sem nenhuma base). No meu caso, eu com certeza não ficaria pulando de lugar em lugar e nem aceitaria não ter uma base, considerando que estou literalmente exausta de tanto mudar. Seria uma nômade frustrada, assim como você parece que era. Faz bem em se fixar em um lugar!!! Devemos sempre buscar o que nos faz feliz, não é?

  • Reply Fernanda Mendes dos Santos 24 de outubro de 2015 at 01:01

    Eu acho que você está certíssima, não dá pra dizer que ser nômade é 100% felicidade… é preciso ser realista. Na realidade isso se chama equilíbrio, viver preso a antigos padrões de vida não cabe mais, e ser um nômade sem ter pra onde voltar com certeza é muito exaustivo e extremo. A nossa busca por quem somos, por nossa felicidade precisa por o equilíbrio no pacote. Sou uma entusiasta do movimento nômade digital, mas também tinha esse pé atrás com os perrengues que a vida inclui. Obrigada por ser sincera no que escreve! A internet precisa mais disso.

  • Reply Vinicius Souza 25 de outubro de 2015 at 23:03

    Eu realmente fique espantado com o titulo da matéria !
    Compreendo tudo oque disse e concordo em partes, mas não é o fim e nunca será !
    Mandou bem na escolha !

  • Reply Tayze Alves 27 de outubro de 2015 at 14:32

    Nossa, vim aqui para falar de nômade e agora li isso (chocada! kkk) , tenho pesquisado e lido muito sobre nômades digitais (pois é o tema do meu TCC) e tenho admirado muito quem tem coragem de falar do lado dos perrengues além do “escritório na praia” tão sonhado. Parabéns pela coragem de expor aqui esse lado e parabéns por seguir o caminho que te faz feliz. Você é extremamente inspiradora.

  • Reply Janaina Helena 27 de outubro de 2015 at 15:38

    Ahhhhh vai parar de ser nômade para morar em NY… ai vi vantagem eim! boa sorte!

    Quando vc disse que a vida é feita de relacionamentos eu me lembrei do filme Into the Wild, já viu? no fim ele entendeu que a felicidade só é real quando se é compartilhada… lembrei disso rs

  • Reply Jessica Marin 5 de novembro de 2015 at 01:56

    Fernanda, gostei de ler seu texto. E como você mesma disse ser nômade não é pra você.. Talvez não para viajar pelo mundo, talvez você pudesse continuar fazendo seus trabalhos online em São Paulo, Floripa, Ubatuba.. não precisa necessáriamente sair do Brasil pra ter independencia e flexibilidade de trabalho.
    Seja Feliz na sua nova escolha! =)
    Parabéns pelo trajeto! Seja feliz aqui em NY. Eu também moro nos USA =)
    Beijos.

  • Reply Juliana 11 de novembro de 2015 at 18:30

    Olá Fê, Parabéns pelo texto maravilhoso, verdadeiro e inspirador e me ajudou muito assim como todo seu blog. Identifiquei muito com vc em todos os aspectos da vida. Recentemente voltei para o Brasil e estou mais confusa do que fui e muito desanimada com as perspectivas da minha. As pessoas chamam isso de síndrome do regresso. Você já passou por isso em algum momento quando retornou de suas viagens. Tem alguma dica para superar ou enfrentar. Muito obrigada. Boa sorte nessa nova etapa da vida…. Please continue com o blog beijos 🙂

  • Reply Camila 15 de novembro de 2015 at 16:03

    Adorei seu blog linda, fora que concordo plenamente com você, em minha mente tenho como conceito viver a vida, amo viajar conhecer novos lugares, sempre que tenho um tempinho viajo pelo Brasil por enquanto..rsrs…enquanto os negócios evoluem ,…Por isso digo viver intensamente, ir onde tem vontade, viajar curtir e principalmente realizar sonhos por que a vida é curta…Parabens sucesso…

  • Reply Guto Howe 24 de novembro de 2015 at 11:44

    Fernanda,
    ainda lembro o dia que o li seu texto ” A gourmetização da felicidade”, no Administradores. Fiquei impactado com a sinceridade e a visão clara que você teve… da vida. Acho que essa “despedida” é coerente com tudo que você escreve e, acredito, com sua forma de viver. Estamos “feliz com a vida”… por tudo que voce compartilha, escreve. Vale a pena te seguir.

    E nos mande as boas dicas de New York… eu chego lá!!

    abraços

  • Reply José Oliveira - LiberePotencial 27 de novembro de 2015 at 10:51

    Fernanda são poucas pessoas que viveram o que você viveu e jogam a realidade de tudo isso para os outros. Um amigo meu também (tinha) seu estilo e acabou tendo o mesmo fim. É exatamente isso querida,

    Felicidade é ter relacionamentos e poder ajudar os outros
    E nada como ter nossa própria casa.

    Abraço
    José Oliveira

  • Reply Vanessa Brollo 29 de dezembro de 2015 at 20:24

    Descobri só hoje o seu blog e adorei o nome e a proposta. Adorei esse texto. Super sincero e realista.
    Tenho um blog que conta histórias de pessoas que mudaram de vida e percebo entrevistando essas pessoas que não tem milagre em nenhuma área, só muito trabalho e persistência. Parabéns na sua nova trajetória .

    Vanessa Brollo- http://www.partiuplanob.com.br

  • Reply Álvaro 19 de Janeiro de 2016 at 10:58

    Entendo a sua decisão, principalmente a parte da saúde. Mas, com base na experiência que vc conquistou nesses dois anos como nômade digital, não é possível assimilar as duas vidas? Digo, ter uma casa própria na cidade que mais gosta ou possui mais amigos e viajar apenas quando der vontade? Se não, o que te impede? A parte financeira (ser impossível manter uma casa e ainda viajar com um salário de freelancer), talvez?

    • Reply Fe Neute 1 de Fevereiro de 2016 at 09:51

      Álvaro, essa sempre foi minha vida! Viajar era parte da minha identidade e mesmo tendo um emprego fixo eu fazia de 4 a 5 viagens por ano. O meu objetivo é ter um lar e viajar apenas de férias ou quando fizer sentido e não ficar morando em diferentes lugares sem ter uma “home base”.

  • Reply GILBERTO TORRES 16 de Fevereiro de 2016 at 19:46

    Adorei seu ponto de vista sobre o que e viajar e como isso nos impacta por dentro.
    A felicidade e algo estranho. Quando nao se tem algo vc parece infeliz e quando vc possui algo que na sua concepcao te
    faria feliz, dai vc descobre que nao era bem aquilo que te realizaria ao certo e ja vem outra coisa que vem na mente pra preencher. Muito louco nossa mente!
    Adoro viajar, principalmente pra lugares menos obvios tais como europa ou qualquer outro lugar no ocidente.
    O diferente parece que me apetece mais e mais. Quando comecei a conhecer o continente asiatico eu comecei
    a me despertar pelo mistico e pelo desconhecido.
    Parabens pelo blog!!

  • Reply delza 17 de agosto de 2016 at 17:41

    Adorei seu ponto de vista sobre viajem , as vezes da essa vontade de colocar o pé na estrada …
    obrigada! pela coragem que mesmo distante me transmitiu ,de tomar decisões em relação ao trabalho ..
    boa sorte ..

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