Felicidade Vida Nômade

PORQUE TER SÓ UMA MALA ME FEZ MAIS FELIZ

23 de novembro de 2014

Eu amo moda desde que me conheço por gente. Minha mãe conta que aos 2 anos de idade eu já queria escolher minhas próprias roupas e sabia direitinho o que combinava com o que.

Os anos passaram e o meu gosto pela moda só aumentou. Tinha coleções de sapatos e bolsas, roupa que não acabava mais e, conforme o meu salário aumentava, o valor das roupas aumentava na mesma proporção.

Como sempre morei em casas pequenas, fazia muitas doações, mas ainda assim tinha um guarda-roupa abarrotado de coisas e ficava super feliz quando comprava e vestia uma roupa nova.

Sempre acreditei que roupas são parte da nossa identidade. A forma com que a gente se veste diz muito sobre nós, sobre quem somos e qual grupo fazemos parte. Até mesmo o fato de não se ter um estilo ou não ligar para moda, também acaba sendo uma forma de se expressar.

Por isso, pensar em viver só com uma mala por tanto tempo me aterrorizava tanto quanto o fato de pedir demissão e ficar sem trabalhar.

Como eu sabia que queria ser nômade por um tempo – e não apenas tirar um ano sabático – pensar em passar anos sem acumular nada parecia impossível.

Junto com a minha decisão de viajar, uma coisa inesperada aconteceu. A casa que eu morei quase a vida toda e onde minha mãe ainda morava precisou ser colocada à venda.

Como eu não tinha um apartamento próprio, lá era o único lugar onde eu poderia deixar as minhas coisas me esperando para voltar. Mas, depois desse acontecimento, essa não era mais uma opção. Eu teria de deixar o Brasil e todas as minhas coisas para trás, pois não era justo causar mais um transtorno para a minha mãe na minha ausência.

Claro que eu poderia ter alugado um depósito mas, além de não querer gastar meu dinheiro com isso, achei que talvez fosse um sinal de ruptura completa com meu estilo de vida “publicitário” e isso poderia ser parte do meu estudo sobre a felicidade. Seria legal entender se essa história de “menos é mais” era mesmo verdade.

Num primeiro momento, parecia completamente impossível condensar tudo o que eu precisava para viver em apenas uma mala. E todos os meus sapatos? E as minhas bolsas? E os vestidos de festa? E as bijouxs? E as maquiagens? Vou precisar dessas coisas em algum momento, não vou? Tudo parecia absolutamente necessário.

Sem contar todos os livros, CDs, DVDs, objetos de decoração que eu tinha trazido de viagens e toda a parafernália que a gente acumula sem perceber.

Comecei o processo de desapego mais de 1 ano antes de fazer a tal “única” mala. Minha primeira atitude foi parar de comprar. Tipo radical mesmo! Depois, separei tudo o que eu tinha por categorias: doação, venda, mala.

Doei muita coisa, muita mesmo e fui vendendo muita coisa durante esse ano todo. Na reta final, organizei um bazar com uma amiga e lá eu realmente coloquei tudo o que eu não levaria na mala.

Quando vi as roupas arrumadas para a venda, uma certa depressãozinha tomou conta de mim.

Não só pelo desapego e porque parte da minha identidade estava indo embora, mas também porque quando vi aquela sala abarrotada de roupas que eu usei uma ou duas vezes, foi inevitável pensar em quanto dinheiro e energia foram gastos sem nenhum propósito e no quanto tudo aquilo estava me impedindo de ser livre de uma certa forma.

A cada roupa que saía, eu me sentia mais perto dessa nova vida que eu estava pronta para começar além de me sentir mais livre.

A mala

Muita gente me pergunta o que eu quero dizer com uma mala e se eu realmente não tenho mais nada mesmo.

Para ser mais específica eu tenho uma mala de 86 litros (essa aí da foto), uma mala de mão e uma mochila pequena para o laptop, câmera e coisas pessoas que você leva no avião.

Somando tudo, minha bagagem tem 30 Kg, até porque a mala grande não pode ter mais do que 23 Kg ou eu teria de pagar excesso em quase todos os voos. Eu tenho roupas, sapatos e acessórios para todas as ocasiões e estações do ano e ela já está 10 Kg mais leve do que saiu do Brasil.

Deixei para trás muitas coisas que acabaram não sendo úteis e outras que se acabaram não foram repostas. Também comprei coisas novas por necessidade e não por vaidade.

Fora o que eu carrego comigo, ainda tenho uma mala na casa da minha mãe, com tudo o que eu não não tive tempo de vender (olha aí um novo bazar!) e não fui desapegada o suficiente para doar, já que são coisas muito novas. De qualquer forma, se fosse preciso dar um fim em tudo de repente, não seria um drama, já que eu vivi muito-bem-obrigada sem tudo aquilo.

A vida com uma mala

Eu nunca tinha me dado conta de quanto tempo, energia e dinheiro um guarda-roupa consome. Viver só com uma mala me fez aprender que não é o guarda-roupa que determina o seu estilo e sim, o seu estilo (de vida) que deveria determinar o seu guarda-roupa.

Eu sempre achei que eram as minhas milhões de roupas que me faziam uma pessoa estilosa. Mas, a verdade é que eu estava sempre com as mesmas roupas. Justamente por não ter tanto tempo, acabava sempre vestindo os mesmos “combos” e toda vez que estava enjoada e queria mudar, eu comprava roupas novas em vez de olhar para o que eu já tinha.

Quando você tem menos, exercita a sua criatividade e percebe que não faz nenhum sentido ter uma peça que só combina com uma única outra e mais nada (coisa que eu fazia muito). Também entende que mais importante do que estar com uma roupa nova é o novo uso que você dá ao que já tem.

Ter só uma mala não significa ser contra o consumo ou virar hippie e sim, comprar com propósito e consciência. Ter apenas aquilo que a gente realmente usa e precisa. E por ter pouco, ter de melhor qualidade.

Continuo sendo uma amante incondicional da moda, mas da moda que empodera as pessoas. Da moda que nos faz sentir confiantes e bonitas e não a que nos escraviza dentro de certos padrões.

“Mais importante que a roupa é a vida que se vive dentro da roupa.”
– Oficina de Estilo

Eu amo essa frase que está no livro Vista Quem Você É, das fofas da Oficina de Estilo porque ela traduz exatamente o motivo pelo qual eu sou mais feliz atualmente do que quando eu tinha um guarda roupa (e uma vida) cheia de coisas.

Hoje, minha maior alegria é saber que tudo o que eu tenho pode ser facilmente empacotado e transportado para onde quer que eu vá. E, se amanhã, minha mala for extraviada ou queimada, é claro que eu ficarei triste, mas a minha vida não vai acabar.

Cena que eu amo do filme Amor Sem Escalas (desculpem, mas não achei com legendas).

Meu maior aprendizado foi o entendimento de que o meu tempo é mais importante e valioso do que qualquer outra coisa. A forma com que eu uso o meu tempo hoje em dia é determinante para a vida que eu levo e perdê-lo para escolher uma roupa entre milhares todas as manhãs não vale a pena.

Também aprendi que eu não preciso estar montada e vestindo a roupa da última tendência de moda para estar bem vestida e bonita, afinal, quanto mais feliz eu sou, mais bonita eu me sinto e menos roupas (e coisas) eu preciso para ser feliz.

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25 Comments

  • Reply Dani 23 de novembro de 2014 at 18:42

    quando me mudei do Brasil pra Nova Zelândia, deixei pra trás muita coisa e vim apenas com uma mala de 32kg e uma mochila. cinco anos se passaram e so o que eu acumulei em roupas nesse tempo nao caberia em 5 malas! não tenho a intenção de ser nômade como você mas exercitar o desapego e passar adiante o excesso, seja doando ou vendendo, é sempre bom e a gente só tem a ganhar. 🙂

  • Reply Kakau 23 de novembro de 2014 at 20:47

    Eu com muita gratidão conheci, não me lembro bem como foi, o minimalismo, me desapeguei de muita coisa e principalmente de roupas, mas ainda quero mais, porém ainda me vejo comprando coisas/roupas e me sinto um pouco culpada, pois nem sempre são roupas coringas que serão parte essenciais de um guarda roupa só com o essencial, mas um dia eu chego lá, no entanto ainda tenho dificuldades em achar as tais peças coringas, será que você poderia dar umas dicas demonstrando o que restou nesta sua mala.

  • Reply Mariana 24 de novembro de 2014 at 09:57

    Muito bom e verdadeiro! Mesmo depois de ter voltado para uma vida “normal,” continuo me desfazendo de coisas.

  • Reply Ana 24 de novembro de 2014 at 10:23

    Fe, vc pode falar um pouco mais sobre qual calculo fez para ficar um ano sem trabalhar? tb gostaria de entender a questao de visto. Como comprar passagem só de ida? Vc nao pode ficar mais tempo do que 3 meses em alguns lugares? Como fuciona isso? Estava olhando para morar fora estudar ingles e depois ficar mais tempo no local sem estar matriculado em um curso e vi que nao poderia fazer isso. Me ajuda com essas dicas. bjs e obrigada. adorei o texto da mala

    • Reply Fe Neute 24 de novembro de 2014 at 10:42

      Oi Ana,
      Sobre o cálculo, essa é uma das perguntas que eu mais recebo, por isso, estou montando um guia para isso e vou mandar para aqueles que estiverem na minha lista de email. Se você não está, se cadastra lá!
      Sobre as demais perguntas, acho que você pode achar muitas das respostas no vídeo que eu preparei sobre a vida como nômade digital. Dá uma olhada nesse post: http://www.felizcomavida.com/tv-vida-como-nomade-digital
      Beijo!

      • Reply mariana bittencourt 24 de novembro de 2014 at 11:23

        que bacana! também quero receber esse guia..
        como adiciono meu email?

        • Reply Fe Neute 24 de novembro de 2014 at 12:08

          Mariana, no lado direito tem um espaço escrito: novidades por email!
          É só colocar o seu email lá e seguir as instruções.
          Beijos!

  • Reply mariana bittencourt 24 de novembro de 2014 at 11:26

    que incrível! eu tenho tentado cada vez mais me desapegar das minhas coisas e fico chocada com o quanto a gente acumula mesmo com o tempo! tenho praticado o desapego com muita alegria nos últimos tempos.. esse fim de semana tive um super bazar com as amigas, e para todas nós foi um alivio maravilhoso trocar o que não usamos mais e doar o resto!

    não sei ainda quando essa coceirinha de viajar o mundo vai virar realidade, mas lembro bem do seu conselho de ir praticando novos hábitos para se acostumar com uma vida nômade – ou pelo menos um pouco mais nômade – e estou adorando colocar em prática!

    você tem sido uma super inspiração 🙂

  • Reply Renata 24 de novembro de 2014 at 14:30

    Olá! Acompanho o seu blog há 1 ano e vc me abriu os olhos pra mta coisa! Foi com vc q conheci o nomadismo e depois disso muitas outras coisas que fui pesquisando! Obrigada! Sobre este post eu curti mas tava taaaaaao esperançosa de ver cada item da sua mala! Eheheh tenho exercitado o minimalismo, mas fico muito na dúvida do que dá pra abrir mão. .. Mostra pra nós vai?! Abraços!

    • Reply Fe Neute 24 de novembro de 2014 at 14:58

      Que bom saber disso, Renata!
      Sobre os itens da mala, eu ainda tenho muita coisa comparada a outras meninas nômades que eu conheci, mas muito menos do que qualquer menina “normal” que eu conheço.
      Quem sabe eu não faça um vídeo? Acho mais fácil mostrar as coisas dessa forma, né?

  • Reply Natalia 24 de novembro de 2014 at 23:19

    Oi Fe, faz um mapa dos lugares que você já passou! Fico super curiosa de saber o trajeto 🙂

  • Reply Ana 24 de novembro de 2014 at 23:23

    p-e-r-f-e-i-t-o!

  • Reply Clarissa 25 de novembro de 2014 at 05:27

    Nossa, Fe! Como eu te entendo!
    Quando vim morar em Cingapura, também sem ter onde deixar todas as minhas tralhas, fiz um mega bazar e vendi tudo a preço de banana: móveis, louças, artigos de decoração! Vim parar do outro lado do mundo com duas malas para estabelecer vida nova DO ZERO. E como é bom viver hoje em um apartamento bem menos entulhado, apenas com o básico, poucos móveis… e MUITO ESPAÇO! Nem menciono o guarda-roupas porque esse é minúsculo e mais do que o suficiente pra viver aqui e estar sempre linda, hahahah! Exercitar o desapego faz muito bem pra alma! Não quero mais saber de outra vida!
    Beijo grande!

  • Reply Juliana 27 de novembro de 2014 at 01:16

    Amei esse texto, Fe! Também viajo muito e me sinto muito livre quando passo muito tempo fora, só com uma mala, e me dou conta de que tinha lá tudo o que precisava para viver. Também sinto falta e valorizo mais o que realmente importa, a minha família e meus amigos. Sempre volto cheia de amor e me sentindo muito mais feliz com o que realmente importava e importa, e sempre esteve comigo, as pessoas que amo. E, igualmente, gosto muito de roupas, maquiagem e tudo relacionado à moda, sou super vaidosa e me sinto feliz e completa quando me vejo e me sinto ainda mais bonita, vivendo com muito menos do que costumo viver quando estou na minha casa em São Paulo.

  • Reply Carolina 28 de novembro de 2014 at 17:27

    Muito boa reflexão, Fê!
    Quando tive que fazer minha mala tbm tive que pensar muito e percebi o mesmo que você, que podemos viver com muito menos do que pensamos! E fazer a mala realmente dá trabalho!
    Outra coisa boa de ter uma mala mais leve é que a mobilidade fica muito mais fácil, afinal, não é todo lugar que conseguimos ajuda para carregá-la, então ter uma mala pesada é um inferno!
    Muito bom post, parabéns!
    Beijos

  • Reply Sonia 4 de dezembro de 2014 at 12:13

    O desapego vem com a idade. Há um momento na vida que valorizamos o que vivemos e como vivemos. NO importa se alguém olha e pensa ” como está com a unha feia, ou o cabelo, ou. Roupa não combinado! Ou ainda se está gorda ou magra”
    O importante passa a ser viver bem. E para que tantas coisas? Roupas que nunc usamos, sapatos que usamos uma única vez…
    Então você conseguiu desapegar muito cedo, porque ainda tem muito para viver.
    Mas uma coisa é certa: você vai viver muito mais e melhor que muitas pessoas. Pois viajar, as imagens, os amigos, os lugares que viu, isso ficarão na sua memória, as roupas, os souvenirs não , porque passam, mudam, extraviam, se perdem pela vida!
    Aproveite a vida!

  • Reply Rodrigo Souza 16 de dezembro de 2014 at 07:53

    https://www.youtube.com/watch?v=4Jn1Lr-FkeE

    O link da cena do filmes, com legenda.

  • Reply Ana Maria Hitomi 16 de Janeiro de 2015 at 15:52

    Adorei encontrar teu blog. Venho há pouco tempo acalentando esse sonho de sair pelo mundo, sem lenço e sem documento. Conhcer os países, as pessoas, ficar o tempo que eu sentir necessidade de ficar, mudar quando achar que devo mudar…Pelo menos, desapego eu tenho 🙂 Minhas malas de viagem não passam de 12 kilos! 🙂 Claro que não tenho roupas para um inverno rigoroso, mas se tudo der certo, logo terei! 😀

  • Reply Karla 15 de Fevereiro de 2015 at 09:37

    Vivi esta experiência de uma mala só e nunca mais minha vida foi a mesma. Desde criança eu gostava de guardar tudo, de bonecas à papel de bala. Um dia tive que deixar tudo, família, casa, carro, livros, roupas(muitas roupas, eu era fashionista) e passar 01 ano e 04 meses apenas com uma mala e nela estava até o colchão inflável no qual eu dormia. Foi libertador , deixei de ver e valorizar as coisas e viver as experiências. Hoje tenho uma casa de novo, mas tudo é medido e não entra nada sem que algo saia , de consumista passei a consumidora consciente e sou leve e feliz.

  • Reply Giselda 14 de Maio de 2015 at 13:34

    Adorei!!!Pretendo me tornar uma pessoa assim,somente o essencial!Quero me mudar para a praia daqui uns cinco anos,até lá eu aprendo!!!!Obrigada.

  • Reply Fernanda 4 de agosto de 2015 at 16:24

    Adorei o artigo, xará!
    Entre indas e vindas do Brasil, já desapeguei de muita coisa, mas ainda assim, na minha última mudança, mesmo sabendo que viveria em um país quente (Republica Dominicana), mas com a intenção de me tornar nômade digital em breve, não consegui trazer menos do que 2 malas de 32kg + uma mochila pesadíssima. Ainda estou na busca deste meu estilo e de como me desapegar – meu objetivo é também andar com 1 mala de 23kg + mala de mão e mochila. Mas como faz, se você pode estar um mês em um lugar super quente, e no mês seguinte a -40? (Eu vivia no Canadá e posso ter que dar um pulo por lá de vez em quando). Tenho uma jaqueta de inverno, um gorro e um par de luvas aqui comigo no Caribe kkkk mas a bota eu deixei pra trás =P

  • Reply Fernanda 4 de agosto de 2015 at 16:31

    PS: Já viajei por 6 semanas pela China, com diferentes climas (de +30 a -15) com somente uma mochila de 45 litros + uma mochila pequena de 10 litros… mas tive que deixar de lado o estilo e optar por praticidade e comodidade! E ainda assim, passei frio.

  • Reply Fernanda 25 de outubro de 2015 at 13:57

    Oi Fê! Mais uma xará. Nossa, me identifiquei tanto com seu blog, incrível! Tirando as diferenças de idade (eu tenho 53 anos) temos muito em comum. Acabei de retornar de uma viagem aos Balcãs. Levei uma mochila com 5,5 kg e nada mais. Montei um esquema legal. Fiquei em airbnb com máquina de lavar roupas. Meu foco foi no prático, nada de frescuras. Posso dizer que tudo saiu quase perfeito. Só trocaria uma peça que levei um pouco mais formal por outra, mais esportiva.. Não andei com roupas sujas e consegui inclusive fazer algumas combinações interessantes. Me senti tão bem. E assim procuro levar também, minha vida, cada vez mais leve…
    bjs!

  • Reply Ana 28 de dezembro de 2015 at 20:37

    Fê, acabei de descobrir seu blog, to lendo tudo e chorando tanto, tanto. Eu comecei meu processo de desapego porque estou com depressão profunda há três anos, e sinceramente não sei mais o que posso fazer se não ter uma vida ~semi hippie~, hahaha. To cansada de papeis, de roupas, de todo dia trabalhar muito além do que deveria e ir beber depois pra tentar relaxar, pra no dia seguinte acordar com dor de cabeça e fazer tudo outra vez. Eu quero me enxergar em você um dia, e meu projeto também é ter a mala.

  • Reply Juliana 17 de Fevereiro de 2016 at 10:06

    Fe, so acho interessante você mencionar que as roupas para todas as ocasiões e estações do ano que têm na sua mala não contemplam neve. Eu sempre fuquei me perguntando se na sua nala havia pelo menos uma jaqueta e uma bota pra neve, e vendo seu instagram hoje percebi que não, por conta da hashtag “myfistsnow”.
    Faz uma boa diferença no volume da mala e mo conforto pra quem chega em um lugar que neva ou pode nevar.
    Bjs

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