Felicidade

QUER SER FELIZ? PARE DE SER LEGAL COM TODO MUNDO

21 de outubro de 2014

Por toda a minha vida eu me considerei uma pessoa extrovertida.

Muita gente acha que extrovertidos são aqueles que têm a habilidade de conversar com todo mundo, enquanto introvertidos são tímidos. É um pouco isso, mas não é totalmente assim.

De forma bem simplista, introvertidos são aqueles que recarregam suas energias quando estão sozinhos. Ouvem mais do que falam e, mesmo os que não são tímidos (sim, existem introvertidos que não são tímidos), depois de um certo tempo interagindo com os outros se sentem esgotados e querem se isolar.

Extrovertidos são oposto disso. Eles se sentem “energizados” quando estão com outras pessoas. São os que gostam de conversar não importa o assunto. Mais falam do que ouvem o que os outros têm a dizer e se sentem mais felizes na companhia dos outros do que sozinhos.

Quando comecei a viajar e trabalhar sozinha, eu sentia muita falta das interações diárias com as pessoas, como eu costumava ter no meu antigo trabalho, por exemplo. Sentia falta de ter sempre a opção de encontrar uma amiga para conversar depois de um dia difícil ou apenas para bater perna no parque ou no shopping, sei lá.

Outra característica é que eu sempre fui muito ativa em relação às minhas amizades. Mandava mensagens regularmente para os amigos e estava sempre planejando encontros, festinhas, jantares nos fins de semana e raramente dizia não a um convite (já falei sobre o meu FOMO, ou medo de estar perdendo algo aqui).

Ao longo desse ano eu percebi que eu tenho agido e me sentido diferente. Não foi proposital, mas alguns fatores externos acabaram sendo responsáveis por isso, como:

Falar inglês = falar menos

Por morar fora do Brasil e passar 95% do meu tempo falando inglês, eu comecei a ouvir muito mais do que falar. Para ser capaz de entender tudo o que estava acontecendo e sendo dito eu precisava prestar mais atenção do que o normal e também pensar mais antes de dizer algo. Depois de um tempo eu percebi (MEL DELS) o quanto eu falava!

Quando falamos demais, pelos menos 30% do que falamos talvez não precisasse ser dito. Além disso, estamos tirando a oportunidade de outras pessoas no grupo (muitas vezes introvertidas) falarem também e isso pode nos privar de conversas e pontos de vista interessantes sobre algum assunto por não sabermos ouvir.

Sem emprego fixo = sem vida social

Minha primeira preocupação quando comecei a trabalhar como freelancer e viver como nômade digital foi: como eu faria novos amigos sem ter um trabalho ou uma razão específica para sair de casa todos os dias?

Isso é muito difícil! A gente não faz ideia do quando a nossa vida gira em torno do trabalho ou do quanto ele é importante para a nossa vida social até sairmos desse esquema “9h as 18h“.

Eu passo basicamente a semana toda trabalhando sozinha e precisava encontrar uma alternativa. Esse foi um dos principais motivos que me fez entrar para um grupo fechado de empreendedores que vivem esse mesmo estilo de vida.

Foi esse grupo que me trouxe, pela segunda vez, a um grande evento que eles fazem todos os anos em Bangkok e foi lá que eu cheguei a uma outra conclusão…

Menos tempo para socializar = dizer mais NÃO e ser mais seletiva

A primeira vez que eu participei desse evento no ano passado meu pensamento foi: preciso conversar com o maior número de pessoas possível, já que esta é minha grande oportunidade de fazer amigos e contatos profissionais não estando todos os dias em um ambiente corporativo.

Sem exagero, eu conversei com umas 100 pessoas de todas as partes do mundo em dois dias, sendo que metade do tempo era dedicado à palestras.

Como todo mundo, eu também tinha um discurso meio pronto que falava de onde eu era, o que eu fazia antes de pedir demissão e o que eu estava fazendo atualmente. Foi ótimo, fiz vários contatos!

Muitas dessas pessoas, eu encontrei de novo quando morei no Vietnã, Hong Kong, Medellín e outros lugares onde fiquei por menos tempo. Também é verdade que, quanto mais tempo eu passava nos lugares, mais estreitas ficavam essas relações e algumas renderam boas amizades e até uns trabalhinhos.

Este ano eu estive no evento mais uma vez. Muitas das pessoas que eu conheci no ano passado estavam aqui, mas tinha quase o dobro de gente. O que eu percebi foi que, em vez de me esforçar para conhecer novas pessoas, eu naturalmente estava muito mais interessada em elevar o nível da minha amizade com aqueles que eu já conheço, gosto e não tenho tantas oportunidades para encontrar durante o ano.

Isso me fez notar que o mesmo aconteceu com os meus amigos de São Paulo. Quando visito a cidade, tenho tão pouco tempo que preciso selecionar os lugares e com quem vou estar. Percebi que muitas pessoas só estavam presentes na minha vida porque era fácil, já que eu sempre tomava a iniciativa e falava com elas.

Com a distância, acabei perdendo o contato com alguns que eu considerava melhores amigos e fortalecendo a amizade com aqueles que realmente estavam dispostos a manter o diálogo mesmo que não tão frequente ou pessoalmente como antes.

Hoje, vejo que a distância e um certo isolamento forçado foram excelentes para que eu me tornasse uma pessoa menos ansiosa (embora eu ainda seja muito), para que eu aprendesse a dizer não para aquilo que não vai ser tão importante para mim, para que eu começasse a identificar quem são meus verdadeiros amigos e passasse um tempo de muito mais qualidade com essas pessoas, principalmente quando eu estou no Brasil ou em algum outro lugar onde eles estejam.

Para muitos, isso pode parecer um comportamento egoísta, mas eu prefiro chamar de prioridade. Quero dar o melhor de mim para aqueles que realmente vão apreciar isso e não simplesmente para ser a “legalzona” e acabar tendo de fazer várias coisas que eu não estou com tanta vontade, sabe como é?

Em outras palavras o meu grande aprendizado foi: não tente ser legal dizendo SIM a tudo aquilo que você já sabe que existe a chance de ser meia-boca. Ou é COM CERTEZA ou NÃO!

Imagem: Pinterest.
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31 Comments

  • Reply Maki 21 de outubro de 2014 at 15:19

    Oi, Fê, tudo bom?
    Adorei o texto, parabéns! E gostei muito, principalmente, porque preciso aprender um pouco mais disso que você falou. Acho que ainda sou muito ligada ao FOMO e saio falando ‘sim’ para tudo o tempo todo, talvez mais por medo de ficar sozinha do que qualquer outra coisa. Como se as minhas amizades precisassem dessa ‘barra forçada’ para se manterem, entende?
    Me deu muito o que pensar!
    Beijos!

  • Reply Rita Araújo 21 de outubro de 2014 at 17:39

    Pois é, Fê, também tenho que lidar com o fato de trabalhar em casa e fora do horário comercial… e foi impressionante para mim também como, saindo da necessidade diária de ter contato com muita gente, amadureci muitas questões internas e comecei a rever minhas relações pessoais. Estou cada dia mais positivamente introvertida, me sentindo bem comigo mesma e com as minhas escolhas.
    Obrigada por compartilhar!
    Bjuss!

  • Reply Patricia Leardine 21 de outubro de 2014 at 18:09

    Com o tempo fui aprendendo a ser mais seletiva, e posso dizer que esse aprendizado ainda está em processo até hoje. Aprendi também a perceber o que (ou quem) era nocivo. Aprendi que dizer não é importante também. Agora, eu sempre fui mais introvertida e sinceramente aprecio muito os momentos de silêncio e quando estou sozinha. Depois de ler o seu post reforcei alguns desses aprendizados, lembrei-me de outros e me inspirei para continuar seguindo. Obrigada!

  • Reply BA MORETTI 21 de outubro de 2014 at 18:35

    nossa, acho que sei fui muito introvertida. com o tempo só aprendi a perder a vergonha mas ainda acredito ser muito introvertida. sempre tive preguiça das amizades meia boca. gosto de me entregar por inteiro. bem nesse lance de COM CERTEZA ou NÃO. é como vi em um filme, a vida é curta demais pra se fazer o que não quer 🙂

  • Reply Dani Leão 21 de outubro de 2014 at 23:44

    Oi Fê! Adorei o seu texto e super me identifiquei com ele, apesar de me considerar mais introvertida do que extrovertida!! O fato de estar morando em outro país faz com que a gnt mude a percepção que tem da própria vida social, vê quem são os verdadeiros e importantes amigos e aprende a priorizar! O lance do falar inglês faz todo o sentido! Precisamos pensar mais antes de abrir a boca! Outra coisa, em inglês é mais difícil ser tão engraçada ou inteligente ou irônica como em português o que sinto q tbm pode mudar a percepção que as pessoas tem de vc! Enfim, um grande aprendizado! 🙂 adorei! Parabéns e boa sorte! Bjss

  • Reply Fê Gonçalves 22 de outubro de 2014 at 07:03

    Oi Fê, tudo bem? Excelente a sua conclusão e não acho que seja egoísmo, como afirmou. Já cheguei a pensar nisso e também ando colocando em prática. Tem pessoas, como a gente, que se esforçam horrores para estar presente em tudo e ter contato com todos. Mas chega uma fase que amadurecemos e percebemos o que é realmente importante e válido para os nossos objetivos de vida. Não dá para atendermos a todos, é impossível. Tem pessoas que cobram uma visita, por exemplo, mas não vem visitar também, mesmo sabendo que a pessoa anda em uma fase atribulada da vida. A gente passa por tantas coisas e conhece tanta gente, que chega a hora de também fazer um filtro nessas relações para sermos mais 100%. Beijos

  • Reply marcos 22 de outubro de 2014 at 08:41

    Texto perfeito. Parabens voce escreve muito bem!

  • Reply Stefanía 22 de outubro de 2014 at 12:43

    Olá Fê!
    Achei um texto muito bom. Parabéns! Eu também aprendi isso fora de casa, aquí no Brasil. Eu sou colombiana e cheguei no Brasil sem falar nada de português e no processo aprendi a escutar mais aos outros, a viver mais no Brasil e a classificar não por arrogancia e sim porque eu precisava desfrutar minha vida e não a dos outros. O brasileiro, e eu diria que o latino em geral, acostuma a criar conversas do nada com pessoas desconhecidas, são nossos costumes e nossa cultura e podemos dizer que mudamos o nosso pensamento quando conseguimos ver fora do quadrado. Eu gostaria que todo mundo entendera isso mais é algo que só você conhece e enfrenta com experiências!!
    Espero que tenha gostado do meu país, a Colômbia é um verdadeiro realismo mágico!!!
    Um abraço!! 🙂

    P.S: Me disculpem todos pelo meu português ruim!!!

    • Reply feneute 22 de outubro de 2014 at 12:46

      Eu simplesmente amo o seu país, Stefanía! Tenho um imenso carinho por Medellín e já estou com saudade de lá!
      Seu português é ótimo e adorei o seu comentário. Espero que o Brasil esteja te tratando tão bem quanto a Colômbia me tratou <3

  • Reply Luiza 22 de outubro de 2014 at 15:42

    Adorei o texto, Fê! Concordo em muito com você e também acho que me esforçava muito mais do que os outros para manter uma amizade e quando comecei a equilibrar isso, vi que só sobraram poucos e bons. Tem de ser uma via de mão dupla. E com certeza, tendemos sempre ao mais fácil, a conversar sempre com os mesmo, a frequentar os mesmos restaurantes gostosos, acho que por mais que o ser humano goste de novas experiências, a zona de conforto sempre estará lá. Beijos

    http://www.estiloadois.com.br

  • Reply Samille Sousa 22 de outubro de 2014 at 18:07

    Olá! Sempre tocantes os seus textos.
    Esse grupo que você citou é no facebook? Tem algum site?
    Beijo,

    • Reply feneute 23 de outubro de 2014 at 02:44

      Oi Samile!
      Tem sim! O grupo se chama Dynamite Circle (DC) e você pode encontrar mais informações sobre ele no tropicalmba.com 🙂

  • Reply Stephanie Gomes 22 de outubro de 2014 at 20:22

    Adorei o post, principalmente da definição que você deu para introvertido e extrovertido. Eu sempre me achei introvertida, mas nunca entendi muito bem o significado disso. É exatamente o que você escreveu: eu me sinto energizada quando fico sozinha. Perfeito! É exatamente como me sinto, e tenho muita dificuldade em explicar isso para os outros…

    Beijos Fê!

  • Reply Gabi Miranda 24 de outubro de 2014 at 17:51

    Ah…quanto tempo sem entrar aqui e que delícia me deparar com posts novos e tão reflexivos como esse. Posso dizer que esse é meu ano de mais aprendizados, inclusives internos. O lance de ter FOMO, por exemplo, descobri aqui que tenho e tenho feito várias descobertas sobre mim.
    Estou aqui pensando como pude ficar tanto tempo sem entrar aqui…
    Um beijo, Fê!
    Gabi

    • Reply feneute 25 de outubro de 2014 at 01:17

      O importante é sempre voltar, Gabi!
      Um beijo!

  • Reply Camila Faria 24 de outubro de 2014 at 17:52

    Nossa, nunca tinha parado para pensar dessa forma. Isso dos introvertidos serem aqueles que recarregam suas energias quando estão sozinhos. Eu sou bem assim. Me considero super extrovertida, converso facilmente com todo mundo, mas preciso do meu tempo sozinha. Acho que é porque eu trabalho sozinha também. Essa sua constatação é mesmo maravilhosa: dizer sim a TUDO acaba se tornando mais um fardo do que uma experiência bacana.

  • Reply Rafael Silva 29 de outubro de 2014 at 12:54

    Poxa! Site excepcional! Estou passando por momentos de grandes mudanças na minha vida, e você não faz idéia do quanto suas palavras acabaram de me ajudar. Muito obrigado!

  • Reply Aline Pacheco 2 de novembro de 2014 at 12:21

    Ótimo texto! Ótima reflexão!
    Seu texto comprova o que a gente costuma dizer: o menos é mais!
    E eu concordo com tudo o que você disse! Essa questão de estar sempre procurando os outros, nos torna “muito amiga” de pessoas que não necessariamente querem ser suas amigas! Eu também já parei de procurar alguns que eu considerava demais e que morreu… pelo simples fato de que a amizade só existia do lado de cá!
    Beijos, Fê!
    Obs.: Primeira vez comentando aqui, mas passo sempre! Beijos.

  • Reply Jefferson Luz 13 de novembro de 2014 at 17:11

    Sensacional seu blog, Fê!
    Continue ajudando pessoas com seus artigos de vida.
    Seu trabalho é ótimo (me encontrei em quase todos rs), e por isso posso dizer que de fato você constitue a verdade de uma geração ansiosa em que vivemos. Na prática é uma pouco difícil, mas só de saber que é possível já ajuda bastante. Um abraço e fico feliz por existirem pessoas como você.
    Deus te abençoe!

  • Reply Clarissa 28 de novembro de 2014 at 04:02

    Lá tô eu aqui de novo me identificando com seu texto… Foi bem difícil me adaptar a trabalhar de casa com aquele silêeeencio, aquele escritório vazio, sem ninguém pra trocar ideia nem cia pro cafézinho. Mas, nada que o tempo não ajude, não é mesmo?! Hoje eu amo trabalhar no meu canto e no meu tempo! E o principal: sem perder horas da minha vida me deslocando pro escritório!
    Beijo grande!

  • Reply Camila 17 de Fevereiro de 2015 at 15:25

    Ótimo texto, me identifico tanto com as coisas que você escreve, me ajuda a traçar um caminho para realizar meus sonhos ou até mesmo melhorar minha vida. Eu hoje tenho uma vida tipica de quem mora em São Paulo, acorda cedo, pega transito, vai para o escritório, pega transito e chega tarde em casa. Começo a pensar que essa não é uma vida que quero para mim. Lendo as coisas que escreve me faz querer ainda mais certas MUDANÇAS.

    Você disse que perdeu muitos pessoas que você considerava “grandes amigos” por causa da distancia. Teve algum desses “grandes amigos” que permaneceu ao seu lado?

    • Reply Fe Neute 18 de Fevereiro de 2015 at 13:55

      Oi Camila! O afastamento te mostra muita coisa, inclusive quem são os seus verdadeiros amigos. As verdadeiras amizades ficaram ainda mais fortes com a distância. Assim como aquelas que pareciam fortes mas não eram, praticamente desapareceram 🙂

  • Reply Charilma Ribeiro 5 de Março de 2015 at 14:57

    Adorei o texto fê estou me esforçando para refletir melhor os meus planos depois que tive uma filha comecei a enxergar muita coisa diferente e os amigos verdadeiros foi um ponto que mudou completamente. Percebi que eu tinha que me esforçar para me socializar com alguns amigos que sumiram depois do nascimento da minha filha. Vivendo e aprendendo sempre ! Bjus

  • Reply Thaisa 28 de julho de 2015 at 10:16

    Adorei o texto, como sempre!
    E descobri que sou introvertida sem ser timida. Sim eu escuto bem mais do que falo, quando estou com alguem ou com várias pessoas e também quase sempre prefiro estar sozinha do que rodeada de pessoas, adoro ficar de bobeira na internet, ler um livro, dançar enquanto arrumo a casa, gosto de estar sozinha. E percebi que isso esta ficando mais forte, cada vez mais, eu me sinto mais confortavel quando estou só, do que ir num churrasco com várias pessoas. E não sinto muita vontade de ligar ou chamar minhas amigas pra fazer algo (que elas não leia isso, kkk). Mas quando olho nas redes sociais fotos de amizades e encontros discontraidos, sinto uma pontada de “nossa eu queria ter uma turminha legal assim”. Não sei, é contraditório, mas é assim que me sinto.
    Até mais, um beijo!

    • Reply PHAÔLA 18 de setembro de 2015 at 11:20

      Encontrei ontem esse site… E em todos os textos e tópicos que li, “me encontrei”. Sou uma cristã que luta pra ser melhor todos os dias. Talvez funcione com algumas pessoas o fato de “ser legal com todo mundo”, mas no geral isso é muito superficial. Me sinto como você, Thaisa! Introvertida sem ser muito tímida. Agitada, ansiosa, mas buscando sempre dias mais tranquilos. Prefiro chegar em casa, ficar descalça, ficar com meu marido, ouvindo o barulho das patinhas da minha cachorra andando, do que estar numa festa, de salto alto com tanto burburinho das pessoas (que na verdade – na maioria delas – não se importam com você) sendo simpáticas com tudo e todos… Não dá pra levar uma vida tranquila desperdiçando tanto nosso tempo com a aprovação/desaprovação dos outros. Não dá pra ter uma vida cheia de frases prontas. Não existe alguém forte o tempo todo. Não tem ninguém (nem que tenha um sapato melhor que o seu) que tenha a opinião superior a sua. Todos somos diferentes! Não é legal ganhar todos os debates… Não é tão bom ter tanto dinheiro… Mas todo mundo quer status e quando você é um dos que não tem, é o coitadinho. O que eu quero é ser FELIZ COM A VIDA! FELIZ COM A FAMÍLIA! FELIZ COM QUEM SE IMPORTA!

  • Reply Mariana Gama 22 de setembro de 2015 at 15:42

    Estou adorando o blog!!!! :)))

  • Reply Mayara 23 de outubro de 2015 at 11:14

    Seus textos me fazem refletir, me dão vontade de ser e de fazer as coisas acontecerem. Gosto do seu jeito tão pessoal de escrever, ando cansada de textos com dicas gerais do que fazer. Melhor que isso é fazer pensar. Bjos.

  • Reply Laurinha 15 de novembro de 2015 at 19:24

    Tenho notado uma mudança drástica no auge dos meus 25 anos quanto à isso. Eu sempre fui “cercada” de pessoas, sempre tive um leque de programas para se fazer aos finais de semana. Hoje, graças ao passar dos anos, consegui notar de quem nem todas as pessoas que estavam em minha volta realmente me acrescentavam algo. A seletividade tornou-se minha melhor amiga (aliás, ela ocupou o lugar de diversas supostas amigas) e isso tem me feito melhor a cada dia.
    Parabéns pelo texto e pelo Blog como um todo.

    Beijos e até breve.

  • Reply Karen 29 de Fevereiro de 2016 at 11:50

    Texto perfeito! Parabéns!

  • Reply Maria 7 de novembro de 2016 at 01:16

    Prossiga com o simples e valoroso conteúdo, encontrar depoimentos como o seu, facilita o entendimento pessoal de várias pessoas. Fico feliz pela sua causa, deter o conhecimento da vida e compartilhar não é fácil, admiro sua atitude. Sucesso!

  • Reply Flávia 22 de Maio de 2017 at 13:46

    QUE TEXTO MARA! Sou muito dessas que preciso do meu tempo cmg mesma para me energizar, mas tbm sou a que vive mandando msgs para os amigos, organizando saídas para conversar e comer (amo cafeterias e lugares legais para darmos umas risadas).
    Conheço seu blog desde a semana passada, e qto aprendizado já! Seu blog é inspirador! Meu sonho é ir pra NY, meu sonho era morar por um tempo aí. Sou paulistana e adoro ve a muvuca pela janela.

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